As famílias Alves, Maia e Rosado dominaram a política do Rio Grande do Norte durante mais de 40 anos sempre exercendo cargos representativos e importantes. Prestaram bons serviços mas desserviços também.
Os Alves iniciaram com Aluízio elegendo-se governador nos anos 60 contra Djalma Marinho. Em 1982 Aluízio Alves, que era chamado “Cigano Feiticeiro”, perdeu a eleição para José Agripino, jovem engenheiro da EIT – Empresa Industrial Técnica de propriedade de José Nilson de Sá, amigo da família Maia.
Depois de ser governador José Agripino elegeu-se prefeito de Natal e senador da República em seguida.
Depois de comandar o Estado e representar o Rio Grande do Norte no Congresso Nacional José Agripino perdeu a eleição para deputado federal surpreendentemente a exemplo de Garibaldi que não se elegeu para o Senado, mesmo obtendo uma boa votação.
A família Maia só teve José Agripino como político de projeção e detentor de vários mandatos, enquanto Alves e Rosados tiveram vários, entre eles, Aluízio, Garibaldi, Henrique, Walter (atual vice-governador), Carlos e Felipe Alves, que atualmente é secretário de Paulinho Freire onde realiza um bom trabalho à frente da SEMSUR e possível postulante a um cargo eletivo ou uma vaga no Trbunal de Contas do Estado.
A outra família, considerada “oligarquia Rosado” também predominou anos na política estadual, mas agora está sem representante na política estadual.
As maiores expressões políticas dos Rosados foram Dix-Sept (governador), Rosalba (governadora e senadora), Vingt, Dix Huit e Sandra (deputado e deputada federal e prefeita de Mossoró), além de Laire, deputado federal e Larissa (deputada estadual e vereadora em Mossoró. Laire Filho, também vereador em Mossoró.
Portanto, as oligarquias predominaram na política do Rio Grande do Norte durante anos.


