Sucessão Estadual Indefinida

Ao contrário da sucessão presidencial, a disputa pelo governo do Estado está totalmente indefinida, notadamente quem irá para o segundo turno com a governadora recandidata Fátima Bezerra, do PT. Acredita-se que entre Styvenson Valentim, do PODEMOS, e Fábio Dantas, do SOLIDARIEDADE, conquistará o posto de segundo colocado aquele que tiver mais capacidade de convencimento para conquistar o voto dos indecisos, que ainda são muitos. O candidato Fábio Dantas tem um bom discurso e está apresentando ao eleitorado um programa de governo consistente e viável do ponto de vista operacional. Styvenson Valentim, segue repetindo a mesma estratégia da última eleição: falando mal da classe política a qual pertence. Na primeira vez deu certo, mas geralmente a história não se repete. Uma incógnita no caminho do “capitão” é se os seus índices de avaliação vão continuar crescendo ou estagnaram na faixa dos 20 por cento, enquanto Fábio Dantas dá sinais de crescimento gradativo. Essa é uma tendência que especialistas da política consideram relevantes para qualquer candidato. A verdade é que quem for para o segundo turno terá que ter capacidade de aglutinação, formação de alianças e de novos apoios para fortalecer a candidatura visando enfrentar Fátima Bezerra. E nesse item, Styvenson Valentim perde para Fábio Dantas, um político hábil e preparado. O “capitão” continua falando mal dos políticos e dizendo que não se junta com ninguém. Assim fica difícil para o estranho, controverso e polêmico senador. Best porn site https://noodlemagazine.com – Watch porn.

Pelo interior, Pezão chama atenção com sua campanha para deputado federal

Candidato irreverente recebe adesões em Macau, Caiçara do Norte, Guamaré e Pau dos Ferros

Candidato a deputado federal, Pezão dedicou uma extensa agenda de quatro dias pelo interior do Rio Grande do Norte. As ações foram iniciadas em Caiçara do Norte, passando em seguida por Guamaré, Macau, finalizando na Finecap, em Pau dos Ferros. Pezão é um dos nomes do PSDB à federal e usa 4567 como número de campanha. Ele conscientiza a população a não votar branco e nulo e dá uma oportunidade a quem defende a bandeira do emprego e renda.

“Estamos fazendo uma campanha limpa, sem os velhos hábitos da política. Todos os apoios que estamos recebendo são espontâneos, no boca a boca. As pessoas estão entendendo o nosso projeto e somos muito bem recebidos por onde passamos”, destacou.

Em relação a campanha irreverente que faz na capital e no interior, Pezão defendeu a nova política. “Sou candidato a deputado federal pelo PSDB e como gosto de desafios, resolvi entrar na política pois tenho consciência da minha capacidade de gerar oportunidades como empresário e como deputado essa força será turbinada”, explicou Pezão, que sonha com um Estado e país mais justo e que a desigualdade social seja encurtada, e ele vislumbra essa possibilidade no mundo do empreendedorismo.

Confuso e Descrente

Não sou especialista em pesquisa de opinião pública, daí não ter autoridade para questioná-las. Respeito profissionais que trabalham nesse segmento e até tenho admiração pessoal por vários deles. É uma categoria qualificada, entretanto, a discrepância de números e resultados apresentados é absurda. Isso tem deixado o eleitorado confuso e descrente. A proliferação de empresas que se dizem credenciadas para pesquisar é significativa. Resta saber se existem veracidade e compromisso profissional para realização da tarefa as quais se propõem. O problema é grave, já que uma pesquisa tendenciosa pode induzir o eleitor a uma escolha equivocada, e em consequência causar estragos irreversíveis. Historicamente existem casos de candidatos que se mantiveram em desvantagem durante todo o processo eleitoral e venceram o pleito no dia em que as urnas foram abertas. O que se verifica nessa eleição são números absurdamente incompatíveis com o que é visto nas movimentações de rua em todo o País. É preciso cautela, isenção e responsabilidade para que as empresas pesquisadoras não caiam na incredibilidade e em consequência no ridículo.

Poucas Propostas e Muitas Acusações

O primeiro debate com os candidatos a senador, patrocinado pela TV Bandeirante, nesta sexta- feira não foi diferente dos já vistos nesta campanha eleitoral: poucas propostas e muitas acusações, provocações, tensão e pedido de explicações. Rogério Marinho (PL), Carlos Alves (PDT), Rafael Motta (PSB), Geraldo Pinho (Podemos) e Freitas JR. (PSOL), digladiaram-se na maioria do tempo. Carlos Alves foi o mais criticado e teve dificuldades de explica r sua posição de dubiedade no voto que dará ao petista Luiz da Silva em vez de Ciro Gomes, presidente do seu partido, o PDT. Freitas JR, do PSOL, foi agressivo
e deselegante com os candidatos durante todo o tempo. Tentou defender o indefensável. Apesar das agressões, Rogério Marinho manteve-se tranquilo e no final apresentou propostas. Rafael Motta criticou e foi criticado. Mesmo assim, Mostrou-se tranquilo, assumindo a condição de candidato a senador, que mesmo rejeitado pela governadora Fátima Bezerra, votará em Lula da Silva para presidente. O médico Geraldo Pinho (PODEMOS), foi discreto, mas respondeu com veemência à provocações do candidato Freitas Jr do PSOL, partido sectário e defensor intransigente do candidato petista à presidência da República.

Oportunidade Desperdiçada

O que era para ser um debate de propostas para governar o Brasil com perguntas e respostas de interesse da população brasileira transformou-se num “ringue” de MMA entre os candidatos à presidência do Brasil, notadamente por parte dos opositores do presidente Jair Bolsonaro que a todo momento ficou na defensiva sem chance de prestar contas do seu governo e impossibilitado de apresentar propostas. O ex-presidente Luiz da Silva também foi bastante questionado sobre os supostos desmandos do seu governo, limitando-se a se defender, sempre no seu estilo dissimulado. Parece que Luiz da Silva acostumou-se com a situação desconfortável que vive há anos, sempre na defensiva sobre as graves acusações, mas sem esboçar reações raivosas. Tranquilo, tranquilo, parecendo até que não aconteceu nada de errado no seu governo. Os demais candidatos que participaram da “refrega” da BAND praticamente não apresentaram propostas, preferindo entrar na onda das acusações e do debate rasteiro. Ciro Gomes, do PDT, mais uma vez foi fiel ao seu estilo denunciador – as vezes deselegante – desrespeitoso e até irresponsável. Chegou a discutir acintosamente com o presidente recandidato, enquanto os demais postulantes procuravam a todo instante incriminar o presidente, principalmente nas citações sobre o Orçamento Secreto e condução do processo de combate à pandemia. Ouviu-se o que já era esperado. Uma boa oportunidade desperdiçada.