Cavalgada também é cultura

Por Ricardo Sobral (encangador de grilo, contador de lorota, amansador de burro brabo, mestre em canjica e pirão de peixe.)

Esse casarão, de onde partiu a cavalgada de Seu Guilherme (Peru), pertenceu inicialmente ao Barão de Mamanguape, Flávio Clementino da Silva Freire ( 1816-1900).
Bacharel em Direito, o Barão foi proprietário dessa fazenda de açúcar, a qual, posteriormente, foi usada pelo Dr. Renato Ribeiro Coutinho, sede da Usina Santa Helena.
O Barão de Mamanguape foi deputado geral pela Paraíba, Senador do Império e várias vezes Presidente da Província da Paraiba do Norte.
Foi agraciado com o título de Barão aos 44 anos, viveu 40 anos como Barão.
O Barão deixou um casal de filhos. Um neto dele, Cônego Mathias da Silva Freire, foi um dos 10 fundadores da Academia Paraibana de Letras.
A Paraiba é terra de grandes poetas (Augusto dos Anjos), o Cônego era um deles. O amor, o belo e a natureza eram a temática de seus poemas. Era um liberal.
Parabéns a Seu Guilherme e aos demais participantes pela temática da cavalgada.

Enfadonho e Repetitivo

O candidato Luiz da Silva, durante entrevista na TV Globo, não apresentou nada de novo nem convincente ao eleitorado brasileiro. Foi enfadonho e repetitivo nos 40 minutos que teve direito. Entretanto, reconheceu que houve corrupção na Petrobras no seu governo. Como sempre faz, criticou a Lava Jato e disse que se for eleito presidente não permitirá roubalheira no seu governo. Sempre se colocando na condição de vítima, o ex-presidente elogiou Dilma Rousseff dizendo que o primeiro mandato da sua “apadrinhada” foi “extraordinário”, mas errou no caso da gasolina. Renata Vasconcelos e Willian Bonner não conduziram a entrevista da forma deselegante e tendenciosa como fizeram com Bolsonaro, pelo contrário, repetiram o estilo adotado com Ciro Gomes. Uma espécie de paz e amor. No seu jeito populista e dissimulado, Luiz Inácio negou que esteja havendo reações contrárias dentro do PT à presença de Geraldo Alckmin na chapa majoritária do seu partido na condição de candidato a vice-presidente, quando se sabe que isso é uma realidade. Luiz Inácio (ex-Lula), continua o mesmo. Poderá até ter uma sobrevida política, mas seguramente caminha para o fim da sua vida pública.

Didática e Civilizada

Uma entrevista didática e civilizada com Ciro Gomes, do PDT, o segundo candidato à presidência da República entrevistado por Willian Bonner e Renata Vasconcelos, da TV Globo. Os entrevistadores comportaram-se bem, com naturalidade e discrição como deve ser um bom profissional do jornalismo. Ao contrário do que aconteceu com o presidente Jair Bolsonaro, o primeiro entrevistado da série, com os principais candidatos. Na oportunidade anterior os “todos poderosos”da Globo foram deselegantes, desrespeitosos e parciais. Agora, não, respeitaram o candidato e fizeram questionamentos pertinentes. Foram quase que subservientes. Bonner comportou-se com naturalidade e foi objetivo, sem o sarcasmo e a ironia da vez anterior. Renata, igualmente, manteve-se comportada e sem o nervosismo anterior, como que uma confissão de culpa. Ciro Gomes, sem os arroubos e sem o descontrole emocional quer costuma ter. Demonstrou conhecer os problemas do Brasil e as soluções para resolvê-los. Não houve agressões pessoais nem perguntas capciosas. O questionamento é o seguinte: por que não aconteceu da mesma forma na entrevista com o presidente Jair Bolsonaro? O bom jornalismo não se pratica dessa maneira, com dois pesos e duas medidas, como diz o ditado popular.

Uma inquisição em vez de entrevista

O que deveria ser uma entrevista normal, com perguntas isentas e objetivas, transformou-se numa verdadeira inquisição protagonizada pelos apresentadores Willian Bonner e Renata Vasconcellos, da TV Globo. Foram 40 minutos de revanchismo e questionamentos odiosos. O presidente Jair Bolsonaro manteve-se calmo respondendo a todas as perguntas que foram previamente preparadas com o objetivo de intimidá-lo. Muitas, equivocadas, foram rechaçadas a bem da verdade. Em todos os momentos os “globalistas” interrompiam o entrevistado para que o raciocínio e as respostas não fossem concluídos. Depois de Willian Bonner fazer uma pergunta tendenciosa sobre entendimentos com o Centrão, o presidente disse que o apresentador estava lhe estimulando a ser ditador. Num determinado trecho da entrevista o presidente Jair Bolsonaro garantiu que respeitará o resultado das urnas, desde que “limpo”. Por fim, o presidente destacou duas ações do seu governo que considera importantes: Auxílio Brasil e Transposição das águas do Rio São Francisco. Pela sua parcialidade, deselegância e falta de profissionalismo a condução da entrevista repercutiu negativamente junto a significativa parcela da população brasileira.

Leo Souza que teve grande votação na capital anuncia apoio a Dra. Júlia para federal

O publicitário e apresentador de TV Leo Souza é a mais nova adesão da candidata a deputada federal pelo PSDB, Dra. Júlia Ferreira. Em 2020, Leo Souza concorreu a vereador em Natal e ficou entre os 10 mais votados com 4.022, que por questões de legenda não conseguiu o quociente eleitoral.

“Precisamos alinhar pensamentos, projetos e ações pelo Rio Grande do Norte. Dra. Júlia representa bandeiras do que defendo. Ela é jovem, tem uma profissão que é médica e se coloca na política para defender a sociedade”, justificou o apresentador.

Conhecido nas telas como apaixonado pelo Rio Grande do Norte, Leo Souza protagonizou por quase 10 anos o programa de tv com foco turismo, esporte, economia e aventura que percorria todo o RN e o fizeram referência no Estado.

Além da atuação na tv, Leo Souza é coordenador e voluntário de projetos sociais voltados aos mais carentes com atuação em todo o RN e tem raízes políticas no Mato Grande onde seu avô, tios e primos fizeram e fazem história na política do Estado.

Ocupando papel de destaque também nas redes sociais como influencer digital (com mais de 90 mil seguidores) @leosouzae e no cenário nacional com atuação no Caldeirão do Huck, Leo Souza atualmente integra a equipe do Domingão, apresentado por Luciano Huck na TV Globo.