Termina a CPI do ódio

O raivoso e tendencioso senador Renan Calheiros protagonizou um espetáculo midiático deprimente na relatoria de uma CPI inócua e desproposital com premeditados fins politiqueiros para atingir e prejudicar o presidente da República, Jair Bolsonaro. Segundo especialistas, não existem motivos nem base jurídica para incriminar o presidente. Uma CPI séria e isenta não deve ser instalada com o propósito único de incriminar alguém, mas investigar se houve desvios de conduta do chefe do governo na condução de um processo de combate – no caso – a uma pandemia, seja ele quem for.

O presidente Jair Bolsonaro tem momentos de excessos verbais, mas nunca de erros deliberados para prejudicar quem quer que seja, principalmente brasileiros. Isso não entra na cabeça de ninguém que tenha bom-senso. Um despropósito é caracterizar Jair Bolsonaro como genocida. Um exagero sem limite. Essas e outras atitudes irresponsáveis e intempestivas levaram a CPI – chamada do ódio – ao descrédito e ao ridículo, notadamente quando se verifica na relação de participantes figuras sem a mínima credibilidade, conhecidas e repudiadas pelo povo brasileiro, a exemplo de Renan Calheiros, seu principal personagem. Em vez de instalarem a CPI do absurdo os senhores senadores deviam estar trabalhando nas reformas estruturantes que o Brasil precisa para se modernizar e retomar o seu desenvolvimento. Com isso, Renan Calheiros e seus pares entraram na contramão da história. Tristemente.

José Agripino se fortalece e pode ser candidato em 2022

O ex-senador José Agripino está voltando à cena política local e nacional, comandando no Rio Grande do Norte um partido que se prenuncia poderoso e competitivo: trata-se do UB – União Brasil. A nova sigla, cujos líderes pretendem assumir a posição de via alternativa à presidência da República, pode potencializar uma possível candidatura de José Agripino a deputado federal, senador ou até mesmo a governador do Estado num momento em que o povo do Rio Grande do Norte sente-se “órfã” de lideranças verdadeiras, fortes e competitivas. 

Atualmente, existe um sentimento popular de arrependimento e frustração por ter votado e elegido candidatos ao Senado e à Câmara Federal que não estão correspondendo às expectativas dos eleitores, notadamente  no Senado. Antes, existia um sentimento de mudança, entretanto, esse sentimento transformou-se em arrependimento dias após o pleito quando a população do Rio Grande do Norte constatou o despreparo de alguns dos seus representantes. 

Político hábil, preparado, conceituado aqui e fora do Estado também, o senador José Agripino tem tudo para retornar à vida pública com um mandato eletivo a partir das eleições de 2022. Prefeito de Natal, governador e senador, José Agripino tem afirmado de público que não deseja ser candidato, mas que não foge à luta. Em entrevistas recentes, o ex-senador diz não ter saudade dos mandatos que exerceu, mas ressente-se de um instrumento legal que lhe permita atender às demandas da população do Estado que sempre o procura. O União Brasil poderá ser o segundo momento político do ex-senador José Agripino na condição de deputado, senador ou governador do Rio Grande do Norte. Em política tudo pode acontecer, diz o ditado popular.

Aldo Clemente é escolhido presidente da Comissão Especial do Plano Diretor de Natal

O vereador Aldo Clemente (PDT) foi escolhido como presidente da Comissão Especial do Plano Diretor de Natal. O parlamentar foi eleito pelos demais membros do colegiado em reunião realizada nesta segunda-feira (11), na Câmara Municipal.

“Atualizar e votar o Plano Diretor de Natal será um grande desafio para todos os vereadores, mas nós estamos dedicados a esta pauta com a consciência de sua importância para o futuro da nossa cidade. Natal não pode mais esperar. Vamos debater com responsabilidade, escutando a todos que desejem contribuir e, ao final, construiremos um projeto que permita o desenvolvimento da capital e preserve nossas belezas naturais”, disse Aldo.

O vereador Hermes Câmara (PSB) foi eleito para a vice-presidência da Comissão, que ainda terá Kleber Fernandes (PSDB) como relator e Divaneide Basílio (PT) como revisora. Os trabalhos do grupo serão realizados todas as sextas-feiras concomitantemente aos debates nas demais Comissões Internas.

Aldo Clemente assume a nova função e vai acumular o trabalho juntamente com a Comissão de Planejamento Urbano e Meio Ambiente, da qual é presidente e por onde o Plano Diretor também precisa passar.

Texto: Danilo Sá

Lula defende nome de Henrique na aliança PT/MDB.

O ex-presidente Lula da Silva, durante encontro recente com o deputado Walter Alves em São Paulo, externou o desejo de ter o ex-deputado Henrique Eduardo Alves compondo a possível aliança político-eleitoral entre PT/MDB nas eleições do próximo ano, quando Walter Alves deverá ser o companheiro de chapa da petista Fátima Bezerra na condição de candidato a vice-governador. Na oportunidade,  segundo uma fonte próxima aos Alves , Lula teria defendido o ex-deputado Henrique Eduardo para compor a aliança PT/MDB alegando a condição de ex-aliado do PT, ministro de Dilma Rousseff e seu líder na Câmara Federal, portanto Henrique é um político bastante identificado com o petismo. Os argumentos de Lula, no entanto, ainda não teriam convencido o deputado Walter Alves, que continua irredutível contra a participação de Henrique Alves na possível aliança política para 2022. Walter Alves alega que foi abandonado por Henrique na última campanha, quando o primo teria invadido seus redutos eleitorais para pedir voto para Benes Leocádio. Henrique justifica a sua posição afirmando que tudo foi feito com aval do senador Garibaldi Filho, pai de Walter.

A conversa entre Lula e Walter não teria sido conclusiva, e outros encontros deverão acontecer para que a aliança política seja efetivada. O problema, segundo a fonte, é a irredutibilidade do deputado Walter Alves, que atualmente controla o MDB. Mas, política se faz conversando. É o que deverá ocorrer nos próximos dias entre líderes do PT e MDB. De um lado, o PT querendo fortalecer a reeleição da governadora Fátima Bezerra. Do outro, o MDB desejando potencializar o nome de Walter Alves, elegendo-o vice-governador do Rio Grande do Norte. Alianças circunstanciais acontecem em toda eleição, e essa não deverá ser a última.

Malafaia cogitado para ser vice de Bolsonaro

Foto: Isac Nóbrega/PR


O nome do pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus, está sendo citado para companheiro de chapa do presidente Jair Bolsonaro no projeto de reeleição no pleito de 2022. Amigo pessoal do presidente, o pastor tem sido um dos seus principais defensores, tanto nas redes sociais quanto no púlpito onde domina as ações como ninguém. Malafaia é considerado um dos mais importantes líderes religiosos do Brasil e do mundo com milhares de seguidores. Com orientação evangélica, a Assembleia de Deus conta com mais de 120 mil seguidores em todo o País. A igreja foi fundada em Belém do Pará em 1911. Sua sede é no Rio de Janeiro. Outro nome cogitado foi o do ministro potiguar Fábio Faria, entretanto, parece que essa alternativa foi afastada. A informação extraoficial é de que o ministro das Comunicações examina a possibilidade de não ser candidato em 2022, preferindo trabalhar para eleger o pai, Robinson Faria, deputado federal. Historicamente os postulantes ao Palácio do Planalto optam por nomes da região Nordestina para companheiro de chapa por ser de uma região importante do País e representativa política e eleitoralmente. Sao 9 Estados da federação com capital eleitoral bastante significativo, o que agrega votos ao candidato titular.