A governadora Fátima Bezerra, do PT, tem um complicado desafio a partir de agora: cumprir a palavra empenhada de manter o pagamento do funcionalismo em dia. Essa foi a bandeira dela no seu primeiro mandato e é no segundo momento a partir da reeleição. Diante da crise financeira do País, de responsabilidade do seu chefe, Luiz da Silva, a governadora deve procurá-lo urgentemente para solicitar recursos federais para o Rio Grande do Norte em vez de mandar dinheiro para a Venezuela. Nesse contexto, o funcionalismo, principalmente aposentados e pensionistas, não devem ser penalisados. Entretanto, em meio a eventuais comemorações e danças folclóricas com correligionários e aliados, Fátima tem dito que Lula transformaria o Estado por ser um petista igual a ela, mas o que está se vendo é o contrário. O presidente prefere passear, desconhecer a petista e o Rio Grande do Norte. Luiz da Silva prefere mandar dinheiro para Venezuela, Cuba e tantos outros comunistas e ditaduras sanguinárias. E agora, governadora? A população espera o prometido. Mesmo não existindo perspectiva de investimentos no Estado, o dinheiro para pagamento do funcionalismo deve aparecer, venha de onde vier. Se isso não acontecer frustra o funcionalismo e coloca o futuro político -eleitoral da governadora Fátima Bezerra em risco. É como dizia o repórter Jurandir Nóbrega: “quem for vivo, verá”.


