O senador potiguar Rogério Marinho (PL-RN) divulgou nesta quarta-feira (20) uma nota pública em que manifesta seu mais veemente repúdio às tentativas de criminalizar manifestações pacíficas da sociedade brasileira e de perseguir lideranças políticas e religiosas. O posicionamento do parlamentar ocorre em meio às recentes ações judiciais que atingiram o ex-presidente Jair Bolsonaro, o deputado Eduardo Bolsonaro e o pastor Silas Malafaia, alvos de medidas que, segundo ele, não se coadunam com o devido processo legal.
Na mensagem, Rogério Marinho recorda que a manifestação pública não é crime e que o direito de reunião é cláusula pétrea da Constituição Federal. Ele ressalta ainda que criticar autoridades jamais poderá ser considerado ato ilícito, razão pela qual considera inaceitável o indiciamento do ex-presidente, a acusação contra o deputado federal e a condução coercitiva do líder religioso. Para o senador, confundir a livre expressão cidadã com coação processual revela medo da voz popular, e quem teme o povo nas ruas não se comporta como democrata, mas como ditador.
Em tom firme, Marinho convocou a sociedade a permanecer mobilizada e ativa, reafirmando sua confiança de que o país poderá superar o que classificou como um período de exceção e reconstruir um ambiente verdadeiramente democrático. O senador defendeu que o caminho para a pacificação nacional é a aprovação de uma anistia ampla, capaz de encerrar o ciclo de perseguições políticas e devolver ao Brasil a estabilidade institucional que merece.





