Categoria: Política

  • Falência total do Estado brasileiro

    A fuga de dois bandidos da Penitenciária Federal sediada em Mossoró é a prova maior da falência total do Estado brasileiro em todos os aspectos, principalmente o moral. Os dois meliantes mobilizaram o País inteiro e continuam desafiando a polícia. Uma vergonha nacional nunca vista. Começa por alguns questionamentos que precisam ser apurados sobre se houve facilitação para a fuga. Se houve, punir os responsáveis, se não, descobrir onde estão as falhas para correções. Os gastos com a operação são incalculáveis com combustíveis, passagens, diárias e todo um aparato e estrutura mobilizada, até agora frustrada. O sistema presidiário brasileiro faliu geral. Colapsou, para usar um termo na moda. Por que não adotar um novo modelo na tentativa de minimizar a crise que aí se encontra instalada há anos? Devem existir modelos exitosos em outros países que poderiam ser tentados aqui, mas o governo federal não se mostra interessado em combater a bandidagem. Pelo contrário, tem dado maus exemplos testemunhados no dia a dia dos brasileiros. O caso mais emblemático foi a morte de Celso Daniel que ficou impune. O cidadão brasileiro está vivendo momentos de insegurança e medo. Até quando?

  • Ney Lopes informa: ministro do PT não suporta radicalismo dos petistas

    O ex-deputado federal Ney Lopes de Souza defende veementemente o processo eleitoral brasileiro, particularmente as urnas eletrônicas que ele entende ter patrocinado eleições “legítimas e correta”, apesar dos inúmeros questionamentos sobre a lisura da votação. Para Ney, não houve fraude no último pleito quando foi eleito o petista Lula da Silva. De acordo com Ney, a tecnologia não permite mais o voto impresso, porque – segundo Ney – onera o pleito e os cofre da Justiça Eleitoral. Ney Lopes diz que a justiça garantiu a eleição, mas tem cometido excesso, sem nominá-los, no entanto. Ney criticou a atuação do PT dizendo ser um partido sectário que tem prejudicado a atuação dos seus próprios ministro, citando como exemplo Fernando Haddad, que segundo o próprio ministro (de acordo com Ney), tem sido tolhido na execução do seu trabalho à frente do Ministério da Fazenda. “O próprio ministro, que é uma pessoa competente e educada tem dito que não suporta o radicalismo dos petistas desde quando era prefeito de São Paulo”. Questionado pelo blog sobre o governo Fátima Bezerra, Ney diz considerar “feijão com arroz, sem nenhuma inovação”, enquanto sobre o senador Rogério Marinho, concluiu dizendo o seguinte: “Rogério é bom, mas tem dificuldades políticas”.

  • A governadora Fátima Bezerra pode permanecer no cargo esperando ser ministra

    A governadora Fátima Bezerra, do PT, poderá mudar o seu projeto político de disputar uma vaga no Senado em 2026 e permanecer no cargo até final do seu mandato. Consta nos meios políticos que Fátima deseja assumir o cargo de ministra da Integração Regional se Lula da Silva for reeleito presidente da República, o que não é fácil diante das circunstâncias, mas não é impossível. Uma fonte que prefere não se identificar, assegura que esse plano “B” está sendo discutido e admitido por amigos e correligionários da governadora nos bastidores do seu sistema político. Caso esse projeto seja efetivado contraria interesses do vice-governador Walter Alves, do MDB, que deseja assumir o cargo de governador e em seguida disputar a reeleição. Mas, isso só ocorrerá, evidentemente, com a saída de Fátima Bezerra do governo para esperar ser ministra de Lula se ele for novamente presidente. É uma engenharia política complicada, mas que pode acontecer. Fala-se ainda nos bastidores, que é de animosidade o relacionamento da governadora com o seu vice Walter Alves, principalmente por desatenção e retaliação a Walter partidas do secretário Raimundo Alves, supostamente com aval da governadora Fátima Bezerra. Segundo outra fonte os pedidos do vice-governador não estão sendo atendidos, deixado-o bastante chateado e praticamente sem espaço num governo que ajudou a construir na última eleição. O PT tem um histórico de não querer que aliados prosperem e tenham sucesso ao seu lado para no futuro não se transformarem em fortes adversários. Essa é a lógica praticada habitualmente pelo guru Lula da Silva, cujos “discípulos” acompanham cegamente. Resumo: ninguém prospera politicamente ao lado de Lula e do PT.

  • FUTEBOL E VIOLÊNCIA

    POR CARLOS ALBERTO DE SOUSA

    O futebol brasileiro está mal. E essa maldade, traduzida em baixo nível técnico, nos tempos atuais
    não se restringe apenas ao que ocorre dentro das quatro linhas dos gramados. É fora deles que a
    situação atual parece ser ainda mais grave.
    A violência, que teve início com as brigas de torcedores dentro dos estádios, extrapolou esses
    limites e hoje virou um caso corriqueiro com torcidas organizadas se digladiando cada vez mais
    distantes dos estádios de futebol do país inteiro.
    O fato mais recente ocorreu na semana passada em Recife por ocasião da partida disputada entre
    o Sport Club do Recife, time local, e o Fortaleza pela Copa do Nordeste. Após o confronto, o ônibus
    que conduzia os jogadores do time cearense para o aeroporto foi abordado por torcedores do time
    pernambucano com pedras e explosivos, redundando no ferimento de vários atletas.
    Mais uma vez, a violência que assombra nossas cidades parece ter encontrado no futebol um meio
    ideal para expressar toda a sua maldade.
    Até hoje, não se viu da parte dos nossos governantes, quer em nível estadual ou federal, medidas
    capazes de coibir a ação desses bandidos travestidos de torcedores. E, como não há punição, esses
    marginais se sentem à vontade para agir.
    O que mais nos impressiona são as medidas adotadas pelo forças que compõem a segurança na
    ilusória tentativa de resolver a questão, muitas das quais ao invés de punir os bandidos, punem os
    clubes. Já são bastante conhecidas iniciativas como, jogo com uma só torcida, jogos com portões
    fechados, perda do mando de campo, que não passam de meros paliativos. Agora está sendo
    anunciado mais outro absurdo: a eliminação dos clubes das competições, como está sendo
    divulgado com o Sport, que nada tem a ver com a brutalidade da sua torcida.
    O futebol é um esporte social em que a presença de torcedores dá mais brilho ao espetáculo. O
    torcedor é maior razão que justifica um jogo de futebol, assim como também é importante fonte de
    receitas para os clubes. Não há nada mais sem graça que uma partida de futebol sem a presença de
    torcedores. Tira até mesmo a motivação dos atletas, que passam dias treinando para, naquele
    momento do jogo, exaltarem suas qualidades, como num espetáculo teatral em que os personagens
    se esforçam para, no dia da apresentação em público, dar o melhor de si e, na manhã seguinte,
    verem seus nomes estampados nas mídias exaltando seus feitos e suas qualidades. Qualquer
    jogador concordaria com essa afirmação.
    Responsabilizar clube de futebol pelos desmandos de seus torcedores dentro ou fora de campo é
    uma medida que demonstra cabalmente a incompetência dos responsáveis pela segurança nos
    jogos de futebol, tamanha a facilidade proporcionada hoje pela tecnologia para identificar os
    torcedores responsáveis pela prática da violência, como câmeras, drones, helicópteros, além das
    forças de segurança ostensivas. Tal iniciativa só se justifica se o clube pactua ou dá sustentação a
    esses torcedores, coisa que qualquer clube sério jamais faria.
    É preciso urgentemente dar um basta na ação desses bandidos que frequentam nossas praças
    esportivas, sob pena de vermos nossos campos e ruas virarem cenários de guerra.

  • “Ele vai ter que procurar outro caminho”, diz Girão referindo-se a Carlos Eduardo

    Prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e lideranças políticas da capital e do interior do Estado de vários partidos lotaram as dependências da nova Casa do PL na tarde/noite desta última quinta-feira no bairro de Lagoa Nova. O senador Rogério Marinho, líder do PL no Estado, o ex-senador José Agripino, Maia, líder do União Brasil e o pré-candidato a prefeito de Natal do União Brasil e do sistema oposicionista, Paulinho Freire, destacaram a importância do evento para o fortalecimento do PL (partido aliado do União Brasil, e do deputado Paulinho) no Estado e mostraram-se confiantes na vitória das oposições nas eleições de outubro. O deputado federal, General Girão Monteiro disse que uma possível aliança do PL com o Republicanos do prefeito Álvaro Dias poderá ser decisiva no pleito do próximo mês de outubro, assim como outras siglas partidárias no campo ao centro e à direita que deverão se aliar e fortalecer a candidatura do deputado Paulinho Freire, do União Brasil. O parlamentar, que é general do Exército Brasileiro foi um dos primeiros políticos do Rio Grande do Norte a apoiarem a candidatura de Jair Bolsonaro à presidência da República e o seu nome também tem sido lembrado nas pesquisas para prefeito de Natal. O general, que desempenha o seu segundo mandato de deputado federal, criticou o pré-candidato a prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, lembrando que o ex-prefeito, mesmo tendo exercido vários anos de mandato, não resolveu os problemas da capital. “Ele deve procurar outro caminho, já que não tem o que mostrar ao povo em termos de realizações para Natal”, lembra o deputado do PL. Questionado se ainda admite ser candidato a prefeito representando o sistema bolsonarista o deputado Girão respondeu, concluindo com a seguinte frase: “vamos ouvir as ruas e depois as urnas”. Durante toda a solenidade do PL o deputado general Girão Monteiro esteve ao lado de Rogério Marinho e Paulinho Freire, numa demonstração de que as oposições caminharão unidas no próximo pleito municipal que acontecerá no próximo mês de outubro.