Categoria: Política

  • A história pode se repetir e Fátima beneficiar adversário

    O cenário político-eleitoral norte-rio-grandense para 2026 quando a governadora Fátima Bezerra, do PT, incentivou a candidatura do então deputado Rafael Motta, do PSB, para o Senado querendo derrotar Carlos Eduardo, do PDT, pode se repetir em 2026. “Cabreira”, Fátima pretende apresentar um nome da sua intimidade e confiança, mas que não tenha tradição política nem densidade eleitoral suficiente para se eleger governador, beneficiando, assim, novamente, o provável candidato oposicionista ao Governo do Estado, Rogério Marinho, do PL. Fala-se nos meios políticos que o chamado candidato “laranja” da governadora poderá ser o atual secretário de Tributação, Carlos Eduardo Xavier, conhecido por Cadu. A chapa teria também o deputado Ezequiel Ferreira, do PSDB, na condição de candidato a senador ao lado da própria Fátima Bezerra, também candidata ao Senado da República. Políticos hábeis e competentes, Rogério Marinho e Ezequiel Ferreira, seguramente não irão para aventuras e na hora certa saberão escolher as melhores alternativas para garantir sucesso nas urnas e o que for melhor para o Rio Grande do Norte. Segundo fontes, do outro lado poderá haver a união de Rogério Marinho, do PL, com o prefeito de Natal Álvaro Dias, já que é sabido nos bastidores da política que Álvaro não quer acordo com Fátima nem para ir para o céu juntos. E a recíproca é verdadeira. Fala-se ainda que o prefeito de Natal poderá sofrer retaliações por parte do Governo Federal deixando de enviar recursos já programados para Natal. Fontes lembram que se isso ocorrer o prefeito viabilizará a vinda de dinheiro através de outras instituições financeiras. Outra dificuldade a ser resolvida pela “matreira” Fátima Bezerra é o impasse chamado Walter Alves. Waltinho (para os íntimos) parece ter tomado gosto pelo cargo quando sentou na cadeira de governador. Ainda, segundo fontes que prefere não se identificar, o vice-governador tem dito no privado que pretende disputar a reeleição quando assumir o governo e isso estaria incomodando a governadora, que deseja o cargo para novas acomodações e alianças politicas. Comenta-se, entretanto, que o imbróglio já estaria sendo resolvido com a nomeação de Wálter Alves para o Trinunal de Contas do Estado. Um emprego bom financeiramente num cargo vitalício. Proposta tentadora.

  • Prefeito Alvaro Dias poderá apoiar a petista Natália Bonavides em 2024

    A sucessão Municipal de Natal começa ser discutida com mais intensidade nos bastidores da política na capital do Estado, mais importante colégio eleitoral do Rio Grande do Norte. Três nomes aparecem como postulantes ao segundo cargo de destaque da política local. São eles: Carlos Eduardo, do PDT, Natália Bonavides, do PT, e Paulinho Freire, do União Brasil. Nesse ainda pequeno universo de pretendentes à Prefeitura de Natal o nome do ex-prefeito tem sido o mais citado em consultas populares seguido de Natália Bonavides e Paulinho Freire. Entretanto, ainda é cedo para comemorações, já que a política é dinâmica e as vezes quem se destaca cedo se decepciona no decorrer da campanha e fica para traz. No caso de Carlos Eduardo ainda tem um complicador: as contas dele foram reprovadas pelo Tribunal de Contas e podem torná-lo inelegível. A deputada Natália integra a ala radical do PT, condição que pode prejudicá-la durante o processo de formalização de alianças políticas para o fortalecimento da sua candidatura. Ela é considerada “xiita” do PT e “rainha de invasões de propriedades privadas“. Paulinho Freire se apresenta como o nome que tem poder de negociação e consequentemente de mais condições de conseguir apoios e alianças políticas. Será também o nome defendido pelo senador José Agripino, ex-senador e ex-governador com serviços prestados à capital do Estado. Um dado que pode ser determinante para a conquista da vitória em 2024 é o apoio de Álvaro Dias, que tem sido uma incógnita até agora. Fala-se nos meios políticos que o prefeito de Natal pode apoiar a petista Natália Bonavides, do PT, em retribuição aos vultosos recursos que estão programados para o município de Natal receber nos próximos meses. Destaque: segundo informa-se, o Governo Federal condicionará o envio do dinheiro programado para Natal ao apoio de Álvaro Dias a Natália Bonavides. Segundo avaliação de especialistas as últimas declarações de Álvaro Dias, acenam para um possível apoio à petista no pleito de 2024.

  • Paulinho Freire vai buscar o apoio do prefeito Álvaro Dias

    O deputado Paulinho Freire, do União Brasil, está iniciando uma série de contatos com agentes políticos da capital objetivando viabilizar uma candidatura forte e competitiva para prefeito de Natal nas próximas eleições. Paulinho Freire, que está no exercício do seu primeiro mandato de deputado Federal, confirma através de entrevista na imprensa que ser candidato a prefeito é um projeto antigo que pode se tornar realidade no próximo pleito eleitoral. Ele diz também que vai conversar com Álvaro Dias para receber o apoio do prefeito de Natal, que Paulinho considera importante para fortalecer sua candidatura e em consequência vencer as eleições. Além de Paulinho Freire a deputada Natália Bonavides, do PT, é outra postulante à prefeitura de Natal. A petista não declarou em público suas pretensões, entretanto nos bastidores da política a sua candidatura é certa, principalmente junto ao “petismo”, onde pelas suas posições sectárias, é considera uma liderança emergente. Natália Bonavides tem o apoio incondicional da governadora Fátima Bezerra, que é quem define o futuro político da deputada e de várias outras lideranças do seu partido. Paulinho Freire é um político bastante conhecido em Natal. Foi vereador varias vezes, vice-prefeito de Natal e deputado estadual. É um político liberal que pode receber apoios nos diversos segmentos da sociedade. O ex-senador José Agripino, que preside o União Brasil no Estado é um dos incentivadores da candidatura de Paulinho Freire a prefeito de Natal.

  • Jean Paul pretende ser governador

    O presidente da Petrobras, ex-senador Jean Paul Prates, entrou na lista dos governadoráveis do Rio Grande do Norte com vistas ao pleito de 2026, segundo fontes próximas ao PT. Advogado, economista com mestrados nos setores de energia e gestão ambiental pela Universidade da Pennsylvania nos Estados Unidos, Jean Paul foi trazido para o Estado pela então governadora Wilma de Faria para participar da sua administração. Posteriormente filiou-ao PT e foi suplente da então senadora Fátima Bezerra. Com a vitória da petista para governadora Jean Paul assumiu a vaga no Senado da República onde teve uma boa atuação, com isso obtendo a simpatia e o apoio do petista – presidente – que o nomeou para a presidência da Petrobras. Jean foi candidato a prefeito de Natal mas não obteve êxito. Agora, comenta-se nos meios políticos que ele pretende ser candidato a governador do Estado ao lado de Fátima Bezerra provável candidata à senadora. Outros nomes poderão disputar o governo do Estado em 2026 a exemplo de Ezequiel Ferreira, do PSDB, atual presidente da Assembleia Legislativa, prefeito Álvaro Dias, do Republicanos, Fábio Dantas, do Solidariedade, e o atual deputado
    general Girão Monteiro, do PL, expressão maior do “bolsonarismo” no Estado,
    que realiza um bom trabalho na Câmara Federal. Além desses, outros nomes menos cotados poderão surgir na disputa pelo lugar atualmente ocupado pela petista Fátima Bezerra.

  • Avaliação dos últimos presidentes

    O Brasil tem tudo para ser um lugar bom para se morar e um País promissor e de povo alegre. Mas, os seus governantes não fazem que isso aconteça. Começo pelo maranhense José Sarney, que realizou um governo desastrado, quando a população brasileira conviveu com uma inflação acima de 80 por cento ao mês. Além do desastre inflacionário, o governo Sarney foi marcado por denúncias de corrupção. Em seguida veio Fernando Collor, um falso profeta que se dizia salvador da Pátria, a exemplo do outro enganador profissional, Luiz da Silva. O Brasil é pródigo em gente com essa qualidade. Collor se dizia “caçador de marajás”, mas desse epíteto não tinha nada. Era sim, um aproveitador. O petista se acha pai da pobreza e deus da terra. Seus governos foram marcados com denúncias de “mensalão” e “petrolão. Foi preso e solto por decisão do STF. Collor foi denunciado pelo próprio irmão Pedro e renunciou à presidência para não ser cassado pelo Congresso Nacional. Assumiu a culpa, portanto. Com a renúncia do alagoano assume a presidência da República o engenheiro Itamar Franco, responsável pela elaboração e implantação do Real, moeda que estabilizou a economia. Não foi um presidente realizador de obras, mas tem o mérito do Real e de não ter sido chamado de corrupto. Fernando Henrique, expressão máxima do tucanato, é acusado de ter comprado a reeleição. Foi um presidente de gabinete que não deixou saudades. Dilma Rousseff, petista “afilhada” política de Luiz da Silva, fez um governo medíocre e foi afastada da presidência pelo Congresso Nacional, acusada de ter praticado “pedaladas” fiscais. Também não deixou saudades. Jair Bolsonaro, que substituiu Michel Temer, tentou sanear as finanças do País, privatizar estatais deficitárias e acabar com privilégios, mas falou demais e tomou atitudes equivocadas. Findou perdendo a reeleição para o petista que decidiu adotar um discurso de revanchismo e ódio.