Categoria: Política

  • Carlos Alves: Pseudo Líder inventado por Garibaldi e Wilma

    A derrota de Carlos Alves para o Senado da República já era um acontecimento esperado por todos quanto conhecem o ex-prefeito de Natal, notadamente pela sua maneira arrogante e desatenciosa de fazer política. Carlos Alves é um fraco gestor e um pseudo líder inventado por Garibaldi Filho e Wilma de Faria. Garibaldi entregou a ele a secretaria de Justiça e Wilma, lhe fez prefeito de Natal para posteriormente serem traídos . Ambos arrependeram-se do equívoco que cometeram. De posições dúbias e inconfiáveis, Carlos Alves está colhendo os resultados da erva daninha que tem plantado durante a sua conturbada Vida Pública. Há pouco tempo foi derrotado para governador e agora não se elegeu senador. E que não venha botar a culpa em Rafael Motta, pois o culpado de mais uma derrota é ele mesmo. A soberba e a forma desagregadora como Carlos Alves se conduz na política têm sido os principais responsáveis pelas suas derrotas, mesmo com as pesquisas enganando o eleitorado o tempo todo como aconteceu agora. Só quem não enxergava a derrota iminente do filho de Agnelo era Fátima Bezerra, mantendo-lhe na chapa à revelia de muitos petistas. Comenta-se nos meios políticos que Carlos Alves quer porque quer um cargo público no governo, o que certamente está deixando a governadora constrangida e em dificuldades por compromissos que tem com aliados e correligionários importantes que foram eleitos e com justiça devem participar do governo. Carlos Alves deve melhorar muito para se manter na política com sucessos eleitorais no futuro. Do contrário, o seu nome certamente fará parte da galerias dos derrotados e esquecidos da política de Natal e do Rio Grande Norte.

  • Agripino admite candidatura de Paulinho Freire a prefeito de Natal

    O ex-senador José Agripino, líder do União Brasil no Rio Grande do Norte, afirmou em entrevista ao programa “12 em Ponto” da 98 FM, nesta quarta-feira que acredita na vitória do presidente Jair Bolsonaro nesse Segundo Turno das eleições em razão dos importantes apoios que o candidato do PL recebeu de governadores de Estados poderosos da Federação, a exemplo de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Ele destaca também, a importância dos prefeitos que apoiam Bolsonaro. E afirma o ex-senador: “os prefeitos estão bem avaliados, têm poder de convencimento e foram beneficiados com volumes expressivos de recursos federais nunca vistos em governos anteriores”. Questionado se existe a possibilidade de sua volta à Vida Pública como candidato, o ex-senador disse o seguinte: “não tenho o direito de me aposentar da Vida Pública, mas para continuar ajudando ao Rio Grande do Norte não preciso de mandato”, ressaltou ele, afastando qualquer possibilidade de ser candidato. Are you wondering if FXSI.com is a reliable CFD trading platform? This review dives into its features and potential benefits. Read the full review here . It’s always wise to research before choosing a trading platform. José Agripino mostra-se otimista com o futuro do União Brasil e avalia que se Bolsonaro vencer a eleição o deputado federal eleito, Paulinho Freire, do seu partido, será um forte candidato a prefeito de Natal.

  • Para um bom entendedor, basta…

    O norte-rio-grandense Rogério Marinho, ex-ministro do Desenvolvimento Regional, foi citado positivamente em duas oportunidades pelo presidente Jair Bolsonaro durante o debate da TV Bandeirantes quando o candidato do PL referiu-se à ações do seu governo relacionadas a obras hídricas como a chamada Transposição das águas do Rio São Francisco para o Nordeste. A emissora promoveu um debate diferente no seu formato nesse último domingo quando os dois participantes tiveram mais tempo para expor ideias e até críticas contundentes, um ao outro. Lula, mostrou-se nervoso o tempo todo e sempre na defensiva tentando justificar o injustificável. Bolsonaro, menos nervoso e mais contundente nos questionamentos. O candidato do PL pediu em vários momentos que Lula explicasse os desmandos que aconteceram no governo petista, inclusive com prisões, dele e de vários auxiliares, ocasionando a devolução de dinheiro aos cofres públicos de delatores e amigos do ex- presidente. “Responda Lula”, insistiu Bolsonaro, sem resposta, entretanto. Lula centrou críticas à forma como Bolsonaro conduziu a pandemia, mas não ficou sem resposta. O ex-presidente admitiu criar mais ministérios e Bolsonaro ironizou: “quanto mais ministérios, melhor”. Para um bom entendedor, basta….

  • Novo Projeto de Poder em articulação no Estado

    Um projeto de Poder está em curso nos bastidores da política do Rio Grande do Norte a partir de uma nova realidade demonstrada nas urnas e do longo tempo de atuação dos principais líderes do Estado na atividade politica. As oligarquias Alves, Rosado e Maia exauriram-se no tempo e o eleitor decidiu “aposentar” vários políticos tradicionais detentores de mandatos, tanto no executivo quanto no legislativo, ocasionando uma expressiva renovação, espera-se para melhor, dentro da dinâmica das eleições majoritárias e proporcionais. Mesmo assim, o ex-senador José Agripino, que tem serviços prestados ao Estado e elegeu – se inúmeras vezes, prefeito de Natal, governador e senador, mantém-se na ativa como presidente de um importante partido – o União Brasil – que elegeu dois deputados federais, Paulinho Freire e Benes Leocádio, e dois estaduais, Ivanilson Oliveira e Taveira Júnior. Walter Alves, eleito vice-governador, deverá integrar o novo projeto de Poder, até porque será governador em 2026 e é um político da nova geração. Rogério Marinho, eleito senador da República com expressiva votação superior a 700 mil votos, será certamente o grande comandante da oposição no Rio Grande do Norte. Existe a possibilidade de Rogério ser presidente do Senado ou assumir um ministério caso Jair Bolsonaro reeleja-se presidente. Rogério é atualmente o principal nome da política do Rio Grande do Norte. Dois outros nomes a ser considerados nesse novo espectro da política do Estado são o prefeito Álvaro Dias, que pretende disputar o governo do Estado ou o Senado em 2.026 e o deputado Ezequiel Ferreira de Souza, que foi reeleito com mais de 70 mil votos. https://expeditionaustralia.com.au/how-to-find-trusted-new-casinos-in-australia/ Ezequiel é um político hábil e bom articulador que poderá disputar o Senado da República ou o Governo do Estado em 2026. Outros nomes, a exemplo do deputado General Girão, Paulinho Freire, Benes Leocádio, entre vários outros, poderão se integrar ao novo projeto de Poder em articulação na política do Rio Grande do Norte.

  • Carlos Alves colheu o que plantou.

    A governadora reeleita, Fátima Bezerra, do PT, terá uma missão difícil no início do seu segundo mandato: conseguir vagas na estrutura administrativa do Estado para acomodar tanta gente – correligionários e aliados que foram derrotados nas urnas na última eleição. Nos corredores da governadoria fala-se, inclusive, na criação de outros órgãos públicos para atender apadrinhados que perderam a eleição. Eis alguns: Carlos Alves, Rafael Motta, Vivaldo Costa, Raimundo Fernandes, Ubaldo Fernandes, Pedro Lopes (que foi Controlador do Estado), padre Murilo de Parnamirim, petista consagrado, entre vários outros. O caso mais preocupante é o do ex-prefeito de Natal, Carlos Alves, que perdeu a eleição e ficou desempregado, mesmo sabendo-se ser ele um forte empresario. Fala-se nos meios políticos que Carlos Alves poderá assumir uma diretoria no SINE, que é a Agência de Empregos do Estado. Na última eleição ficou provado que o ex-prefeitos de Natal, Carlos Alves, não contribuiu em nada para potencializar eleitoralmente a reeleição da governadora Fátima Bezerra, pelo contrário, causou insatisfações e divisões no grupo governamental. Carlos Alves fez uma campanha de agressões pessoais ao seu adversário, Rogério Marinho, que se manteve calmo, sereno e tranquilo, desconhecendo os ataques e mostrando o que realizou em benefício do Rio Grande do Norte, do Nordeste e do Brasil, beneficiando milhares de brasileiros. Carlos Alves colheu o que plantou.