Categoria: Política

  • Em meio a discussão sobre sucessão de Bolsonaro, Flávio posta foto com Tarcísio

    Em meio a discussão sobre sucessão de Bolsonaro, Flávio posta foto com Tarcísio

    Em meio a discussões sobre a candidatura bolsonarista para enfrentar o PT em 2026, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicou uma foto com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), para defender união da direita.

    Os dois são cotados para herdar o lugar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado e prestes a seguir para a prisão.

    “Eu e Tarcisão, no RJ e em SP, estaremos juntos e com Jair Bolsonaro em qualquer cenário. Minha única certeza é que Lula não será mais presidente do Brasil a partir de 2027!”, escreveu Flávio, sem detalhar para quais cargos os dois vão concorrer.

    Eleito ao Senado em 2018, Flávio precisará defender sua candidatura em 2026 se quiser continuar no Senado. Caso concorra à Presidência da República e perca, ficará sem mandato.

    Tarcísio, eleito em 2022 para o Palácio dos Bandeirantes, enfrenta o mesmo dilema. O caminho mais fácil é tentar a reeleição como governador, uma vez que passa por boa popularidade em pesquisas e não há candidato competitivo contra ele no horizonte.

    Aliados de Bolsonaro têm se dividido entre apoiar Flávio ou Tarcísio para o posto. Alguns avaliam que o senador sai na frente por carregar o sobrenome do pai e ser mais imune ao fogo amigo da família, especialmente dos irmãos Eduardo e Carlos.

    Já Tarcísio é visto como nome mais palatável ao centro, pela relação com o centro econômico do País, a Faria Lima, além da experiência como gestor.

    Fonte: Tribuna do Norte

  • Vergonha Nacional

    Vergonha Nacional

    Gestões públicas no Brasil e em particular no Rio Grande do Norte estão sucateadas e por consequencia inoperantes na prestação de serviços, mesmo que básicos, à população. É preciso que seja dado um choque de gestão pelos novos e futuros administradores. Tudo indica que o prefeito de Natal Paulinho Freire está disposto a isso, mesmo contrariando interesses de grupos que ajudaram na sua eleição recentemente e que não querem mudanças.
    Mas um novo modelo de governar é preciso que seja implantado para melhorar a eficácia das administrações públicas.
    No Estado do Rio Grande do Norte não é diferente, mas o governo petista, instalado há oito anos, não é sensível a esse grave problema e por isso não faz reforma nenhuma, preferindo um Estado grande, omisso e gastador. Aí estão os resultados com funcionários públicos estaduais na iminência de não receberem os seus salários em dia. Cadê o companheiro Lula que não socorre Fátima Bezerra nesse momento desesperador que vive a administração petista?
    Não, o guru de Fátima prefere passear de barco luxuoso ao lado de Janja dançando carimbó no Pará onde um encontro ideológico disfarçado de defender o clima, foi um fiasco.
    Veja, por exemplo, a situação do Hispital Walfredo Gurgel que não tem dinheiro para comprar um tomógrafo e o povo morrendo a míngua nos corredores do hospital.
    Vergonha nacional.

  • Novas regras de isenção do Imposto de Renda e taxação das altas rendas

    Novas regras de isenção do Imposto de Renda e taxação das altas rendas

    O Senado Federal aprovou nesta semana o projeto de lei que atualiza as faixas de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) e cria um novo modelo de taxação para as altas rendas. A proposta, que agora segue para sanção presidencial, tem o objetivo de tornar o sistema tributário brasileiro mais justo e equilibrado, ampliando o número de contribuintes isentos e cobrando mais de quem tem ganhos elevados.

    De acordo com o texto aprovado, a partir de janeiro de 2026 estarão isentos do IRPF os contribuintes com renda mensal de até R$ 5 mil. Quem recebe entre R$ 5 mil e R$ 7.350 terá uma redução proporcional na alíquota, enquanto os rendimentos acima desse valor continuarão sendo tributados normalmente. No caso dos rendimentos anuais, a isenção valerá para quem ganha até R$ 60 mil por ano a partir de 2027, e haverá uma faixa de transição para quem recebe até R$ 88.200.

    O projeto também cria uma nova cobrança sobre as chamadas “altas rendas”. Contribuintes que tiverem ganhos acima de R$ 600 mil anuais pagarão uma alíquota mínima de 5%, que pode chegar a 10% para quem ultrapassar R$ 1,2 milhão por ano. Essa regra vale também para lucros e dividendos distribuídos por empresas a pessoas físicas, que passarão a ser tributados quando superarem R$ 50 mil por mês. Para rendimentos remetidos ao exterior, como lucros e dividendos enviados a investidores estrangeiros, será aplicada uma alíquota de 10%, com algumas exceções previstas em acordos internacionais.

    A proposta prevê ainda mecanismos de compensação para estados e municípios, que terão parte da perda de arrecadação coberta pelos Fundos de Participação. A base de cálculo será ampliada, abrangendo rendimentos antes isentos ou com tributação exclusiva, para evitar brechas e garantir maior progressividade no sistema.

    Com a medida, o governo pretende corrigir distorções e aliviar o peso dos tributos sobre a classe média e os trabalhadores de renda mais baixa, ao mesmo tempo em que busca aumentar a arrecadação sobre ganhos de capital e rendimentos financeiros de maior valor. A expectativa é que o novo modelo entre em vigor de forma gradual a partir de 2026, com revisão periódica das faixas de renda e valores de isenção.

    Fonte: Agência Senado