Categoria: Política

  • É Preciso Mudar

    É Preciso Mudar

    O presidente Luiz da Silva, do PT, continua brigando com integrantes do Congresso Nacional: agora mesmo o presidente vetou o projeto que aumentaria o número de deputados de 513 para 531 parlamentares. Lula está sofrendo seguidas derrotas numa demonstração de enfraquecimento do seu governo e da sua base parlamentar.
    Outra derrota recente de Lula foi a não aprovação do IOF – Imposto sobre Operações Financeiras que se aprovado ia onerar o bolso do Brasileiro mais anda. E é isso que ele quer contrariando suas próprias declarações reconhecendo que a carga tributária do Brasil é uma das maiores do mundo. As promessas de Lula não foram cumpridas e o País só tem piorado.
    A briga com os Estados Unidos, resultado da inabilidade do presidente poderá ter consequências danosas para o Brasil e para o seu povo. Nesse aspecto é bom reconhecer a atuação do vice-presidente Geraldo Alckmin na condução das negociações para se chegar a um entendimento que seja bom para os dois Países. O Brasil precisa dos Estados Unidos e os Estados Unidos do Brasil.
    Além de incompetente e perdulário o governo Lula tem-se tornado um entrave para o crescimento do Brasil. Veja-se por exemplo o déficit público que só aumenta com iniciativas eleitoreiras e irresponsáveis como por exemplo o Bolsa Família totalmente desvirtuado.
    Outro absurdo lulista é o irresponsável aumento do número de ministérios – mais de 30 – apenas para atender a “companheirada” ávida por um cargo Público. Para o bem do Brasil e do seu povo é preciso mudar.

    Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

  • Marianna Almeida confirma convite para ser vice de Cadu Xavier na disputa pelo Governo do RN

    Marianna Almeida confirma convite para ser vice de Cadu Xavier na disputa pelo Governo do RN

    A prefeita de Pau dos Ferros, Marianna Almeida (PSD), confirmou nesta terça-feira (16) que foi oficialmente convidada para compor a chapa do secretário estadual Cadu Xavier (PT), pré-candidato ao Governo do Estado em 2026. O nome da gestora do Alto Oeste é cotado para a vaga de vice-governadora, fortalecendo a articulação política liderada pela base da governadora Fátima Bezerra (PT).

    Reconhecida por sua gestão técnica e aprovação popular no município, Marianna adotou um tom cauteloso ao comentar o convite:

    “Recebi, sim, o convite com muito respeito e responsabilidade. Estamos dialogando. Ainda é cedo para uma definição, mas é uma honra ter nosso trabalho reconhecido em nível estadual”, afirmou a prefeita em entrevista.

    A possível composição com Marianna é considerada estratégica pelo PT: além de representar o Alto Oeste potiguar, região politicamente ativa, ela agregaria à chapa uma figura jovem, técnica e com forte inserção popular, equilibrando o perfil discreto e administrativo de Cadu Xavier.

    O movimento também desperta atenção dentro do PSD, partido presidido no Rio Grande do Norte pela deputada Zenaide Maia, que ainda não anunciou posicionamento formal sobre a aliança. Nos bastidores, a participação de Marianna na majoritária estadual é vista como sinal de prestígio dentro da legenda e pode impulsionar um eventual alinhamento com a base governista.

    A definição da chapa será anunciada apenas em 2026, mas o convite reforça o ritmo das articulações políticas no Estado e evidencia o esforço do grupo da situação em formar uma frente ampla antes do avanço das candidaturas da oposição.

    Foto: Reprodução

  • SAMU Natal informa manutenção programada na Central 192, terça-feira (15)

    SAMU Natal informa manutenção programada na Central 192, terça-feira (15)

    O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU Natal) comunica que, na terça-feira, 15 de julho, a partir das 9h, a central telefônica do número 192 passará por manutenção técnica e ficará temporariamente fora de funcionamento para chamadas de emergência.

    Durante o período, a população poderá acionar o SAMU Natal por meio de números alternativos:

    A medida é necessária para garantir a qualidade e a segurança do atendimento prestado à população.

  • Brasil articula comitê e avalia retaliação contra tarifa dos EUA imposta por Trump

    Brasil articula comitê e avalia retaliação contra tarifa dos EUA imposta por Trump

    O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT)  prepara resposta à tarifa de 50% aos produtos brasileiros anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. As medidas terão como base a Lei da Reciprocidade Econômica, que autoriza o Palácio do Planalto a adotar ações comerciais a países ou blocos econômicos que aplicam barreiras unilaterais aos bens do Brasil.

    Nessa quinta-feira (10/7), em entrevistas ao Jornal Nacional e ao Jornal da Record, Lula indicou possíveis caminhos para a retaliação brasileira, caso não haja solução com Trump. O prazo, segundo o presidente, é até o dia 1º de agosto, quando a tarifa norte-americana supostamente entrará em vigor.

    Desde o anúncio de Trump na quarta, feito por meio de uma carta endereçada a Lula e publicada nas redes sociais, o governo avalia a melhor forma de reagir. De início, no mesmo dia, o presidente convocou reunião de emergência com ministros para discutir como iria responder à provocação de Donald Trump. Participaram do encontro Fernando Haddad (Fazenda), Rui Costa (Casa Civil), Geraldo Alckmin (Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) e Sidônio Palmeira (Secretaria de Comunicação Social).

    Nessa quinta, Lula adiantou que vai criar um comitê de emergência para avaliar a resposta que será dada a Trump. A ideia, segundo ele, é contar com a participação de representantes do setor empresarial, acompanhar o dia a dia de negociação e “repensar a política comercial com os Estados Unidos”.

    O comitê, que ainda está em fase de construção, contará com os seguintes ministérios: Comércio, Fazenda, Relações Exteriores, Relações Institucionais e Casa Civil. A previsão é que o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, coordene os trabalhos do grupamento. 

    Caso a atuação do comitê não resulte nos efeitos esperados, Lula afirma que o governo vai recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC), para denunciar a postura comercial dos EUA. Outra saída, segundo ele, é buscar novos mercados, o que já vem ocorrendo por meio do Brics.

    Fonte: Metrópoles 

  • Opinião: A coerência que se espera dos líderes

    Opinião: A coerência que se espera dos líderes

    Recentemente, o presidente Lula voltou a se posicionar contra qualquer tipo de interferência estrangeira nos assuntos internos do Brasil. Em declarações à imprensa, Lula criticou de forma enfática qualquer manifestação vinda de outros países, como dos Estados Unidos, que questione decisões do Supremo Tribunal Federal ou a situação jurídica do ex-presidente Jair Bolsonaro, destacando que esses temas dizem respeito exclusivamente às instituições brasileiras.

    No entanto, chama atenção a atitude do presidente ao visitar a Argentina e posar com um cartaz pedindo “Cristina Livre”, em referência à ex-presidente Cristina Kirchner, condenada e presa por corrupção no país vizinho. Lula ainda comentou publicamente o processo judicial de Cristina, colocando em dúvida sua condenação e a isenção das instituições argentinas.

    A crítica aqui não é à solidariedade entre aliados ou à manifestação de opiniões, mas à necessidade de manter a coerência entre o discurso e a prática. Se o princípio da soberania e da não interferência deve ser respeitado quando se trata do Brasil, o mesmo respeito é devido às instituições democráticas de outros países, especialmente vizinhos que compartilham conosco valores e desafios semelhantes.

    É justamente essa relativização de princípios, que variam conforme os aliados e os contextos, que gera ruídos e desgasta a imagem institucional do Brasil. Em tempos de tensões políticas e polarizações intensas, espera-se que os líderes adotem uma postura de equilíbrio, coerência e respeito mútuo entre as nações, preservando não apenas as boas relações diplomáticas, mas também a credibilidade do discurso que se sustenta no compromisso com a democracia e o estado de direito.

    Por: Theo Zecorte