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Bancada feminina da Câmara define prioridades para 2026 com foco no combate ao feminicídio
A bancada feminina da Câmara dos Deputados definiu uma pauta legislativa com mais de 80 propostas prioritárias para 2026. Entre os principais objetivos estão o fortalecimento das políticas de enfrentamento à violência contra a mulher, a garantia de recursos no orçamento público e a ampliação da participação feminina na política.
Uma das principais apostas das parlamentares é a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 41/26, que prevê a destinação de R$ 5 bilhões para financiar políticas de prevenção à violência e de proteção a meninas e mulheres. O recurso seria repassado diretamente aos municípios para fortalecer a rede de apoio e os organismos de políticas públicas voltados às mulheres.
A coordenadora dos Direitos da Mulher na Câmara, deputada Jack Rocha (PT-ES), destacou que a descentralização dos recursos é essencial para que as políticas públicas cheguem de fato às mulheres em situação de vulnerabilidade. Já a deputada Iza Arruda (MDB-PE), coordenadora do Observatório Nacional da Mulher na Política, ressaltou que sem orçamento específico muitas iniciativas acabam não saindo do papel.
A urgência da pauta é reforçada pelos dados recentes de violência de gênero no país. Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil registrou 1.568 feminicídios em 2025, o que representa uma média de aproximadamente quatro mulheres assassinadas por dia.
Além do combate ao feminicídio, a agenda da bancada feminina inclui propostas para tipificar a violência obstétrica, combater a misoginia na internet, ampliar a proteção a mulheres em espaços de poder e garantir estabilidade no emprego para vítimas de violência doméstica que estejam sob medida protetiva.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que projetos da bancada feminina terão prioridade de votação no mês de março, reforçando o compromisso do Legislativo com o pacto nacional de enfrentamento ao feminicídio e com políticas mais firmes de proteção às mulheres no Brasil.
Fonte: Agência Câmara de notícias -

Café pode ajudar a reduzir risco de demência, apontam estudos científicos
O café, uma das bebidas mais consumidas no mundo, pode trazer benefícios importantes para a saúde quando consumido com moderação. Um estudo publicado no Journal of the American Medical Association (JAMA) acompanhou cerca de 131 mil pessoas ao longo de até 43 anos e identificou que o consumo moderado de café com cafeína esteve associado a um risco 18% menor de desenvolvimento de demência.
A pesquisa reforça a ideia de que determinados compostos presentes no café, como antioxidantes e a própria cafeína, podem exercer efeitos positivos no cérebro, ajudando a preservar funções cognitivas ao longo do envelhecimento. Embora os pesquisadores ressaltem que o café não é uma “cura” ou garantia de prevenção, os dados indicam que ele pode fazer parte de hábitos que contribuem para uma vida mais saudável.
Outro estudo relevante, conduzido pela Universidade Tufts, nos Estados Unidos, também encontrou uma associação entre o consumo de café e menor risco de mortalidade. No entanto, os pesquisadores fizeram um alerta importante: os benefícios aparecem principalmente quando o café é consumido sem açúcar, adoçantes artificiais ou gorduras saturadas, ingredientes que podem reduzir ou até anular os efeitos positivos da bebida.
A forma de preparo e a qualidade do grão também fazem diferença na experiência e no consumo. Cafés de melhor qualidade costumam apresentar menor amargor e notas de sabor naturalmente mais doces, o que reduz a necessidade de adicionar açúcar.
Nesse contexto, cresce o interesse por cafés especiais e de origem controlada. Um exemplo é o Little Bean, produzido com grãos premium selecionados. A bebida apresenta sabor equilibrado e menos amargor, permitindo que seja apreciada de forma mais natural, sem a necessidade de adoçar.
Além do prazer de uma boa xícara, os estudos reforçam que escolhas simples no dia a dia, como optar por um café de qualidade e consumi-lo de forma mais natural, podem contribuir para hábitos mais saudáveis ao longo da vida.
