Autor: Joaquim Pinheiro

  • PSDB Nacional destaca Rio Grande do Norte com a maior bancada do Brasil

    O PSDB se destaca mais uma vez no Nordeste, e, proporcionalmente, o Rio Grande do Norte também merece um lugar no pódio dos dados proporcionais do Partido da Social Democracia Brasileira. Depois das urnas abertas das Eleições 2022, a ala tucana potiguar conseguiu 31,21% dos votos para deputado, se destacando com o maior percentual de votos para as Assembleias Legislativas de todo Brasil. Foram eleitos 9 parlamentares, inclusive o presidente da sigla, Ezequiel Ferreira, que conseguiu a maior votação proporcional para estadual do partido, em todo país, com 3,76% dos votos. O segundo lugar foi para a deputada Mara Caseiro, com 3,48%, no Mato Grosso do Sul.

    Para se ter uma ideia numérica do Rio Grande do Norte, em termos proporcionais, o PSDB/RN elegeu no Estado nove parlamentares, com 24 vagas. Em São Paulo, maior Estado do país, o PSDB também fez 9 deputados. Só que a Assembleia Legislativa paulista tem 94 parlamentares eleitos. Em termos proporcionais, o RN teve 31,21% dos votos, seguido pelo Mato Grosso do Sul, 20,2%.

    As inovações na gestão e modernização da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte também seguem alçando a Casa ao mais alto lugar no pódio. Com a conquista do tricampeonato do Prêmio Assembleia Cidadã, da Unale, nos últimos dias, em Recife (PE). O jubileu de prata da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais rendeu ao Poder Legislativo Potiguar mais uma conquista nacional, dessa vez com o sistema Legis Plenário, que concorreu à premiação na categoria ‘Gestão’. A Casa já havia sido premiada com os sistemas Legis RH, em 2019, e o e-Legis, em 2021.

    “Uma boa gestão é aquela que tem resultados dentro e fora da Casa. Hoje, comemoramos o tricampeonato nacional na categoria Gestão, motivo de orgulho para a nossa Assembleia e para todos que compõem o legislativo no Rio Grande do Norte. Somos referência nacional, somos tricampeões”, disse o presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, deputado Ezequiel Ferreira, reeleito com uma expressiva votação no Estado, e, proporcionalmente, o deputado estadual mais votado do PSDB em todo Brasil.

  • Movimento projeta novas eleições

    Parte significativa da população está equivocada com relação aos propósitos do movimento que se verifica em várias capitais e cidades brasileiras. O objetivo, segundo alguns líderes, não visa golpe nem tampouco tomada do Poder, mas exigir correção de possíveis erros que teriam sido praticados no processo eleitoral deste ano. Informa-se existir um relatório em poder das Forças Armadas evidenciando distorções e práticas fraudulentas que precisam ser corrigidas, inclusive, passando pela anulação do pleito que “elegeu” Luiz da Silva, presidente. Não se trata de decisões extremadas como tomada do Poder pela força nem fechamento de instituições ou cerceamento de liberdade de quem quer que seja. Informam que não é isso, mas uma “limpeza moral” desejada por todos que querem um País ético, sério, promissor e comprometido com a legalidade. Informa-se ainda, que constatadas e apresentadas provas de ilegalidade no pleito, serão convocadas novas eleições para presidente da República, alvo principal de acusações de suposta fraude no processo eleitoral deste ano.

  • Expectativa sobre o debate é grande

    É grande a expectativa da população sobre o debate de logo mais à noite na TV Globo quando estarão frente a frente os dois candidatos à presidência da República, Luiz da Silva, do PT e Jair Bolsonaro, do PL. Também grande é a expectativa sobre o comportamento do apresentador Willian Bonner, o parcial. O âncora exagera tanto na sua parcialidade que chega a irritar os telespectadores que querem assistir o debate em condições de igualdade. A todo instante Bonner faz perguntas preparadas ao candidato Bolsonaro com o propósito de intimidá-lo, enquanto ao candidato Luiz da Silva (vulgo Lula), é só facilidades. Num debate anterior da Globo, Bonner dirigiu-se ao petista com a “antológica” frase: “o senhor não deve nada à justiça”. Serviu de gozação. O debate de hoje poderá ser decisivo. Bolsonaro deve centrar argumentos no que realizou e pretende fazer pelo Brasil no futuro, sem deixar de questionar sobre os desmandos do governo petista. Luiz da Silva, certamente repetirá o velho e retrógrado discurso da “esquerda caviar” como chamam os adversários.

  • Já existem nomes para sucessão de Álvaro Dias

    Três nomes da política norte-rio-grandense, de Natal em particular, deverão se apresentar como potenciais postulantes ao cargo de prefeito da capital para o pleito de 2024. Trata-se do deputado eleito, Paulinho Freire, do União Brasil, Natália Bonavides (ou outro nome do PT) e Rafael Motta, do PSB. Rafael poderá ser o candidato independente, da chamada Terceira Via, enquanto Paulinho e Natália terão apoios ostensivos das suas respectivas lideranças político-partidárias locais. O nome de Paulinho Freire será potencializado com a provável vitória do presidente Jair Bolsonaro, enquanto Natália ou Rafael serão beneficiados eleitoralmente com uma eventual vitória de Luiz da Silva, conhecido por Lula. Paulinho Freire é um político hábil, identificado com a população natalense e está filiado a um partido forte presidido pelo ex-senador José Agripino, o União Brasil. Natália, chamada de “Musa das Invasões”, é da ala sectária do PT e recentemente foi reeleita deputada federal. No desempenho do seu mandato Natália limitou-se a fazer oposição radical ao governo federal e participar de movimentos paredistas de esquerda. Paulinho Freire é um político moderado de direita, e é o atual presidente da Câmara Municipal de Natal, onde tem realizado uma administração exitosa. No espectro do processo sucessório de Natal outros nomes deverão surgir, a exemplo da vereadora Júlia Arruda, que também é identificada com o eleitorado natalense, mas não conseguiu se eleger deputada estadual. Júlia, sempre teve como projeto político eleger-se prefeita de Natal. Paulinho Freire é o nome que deverá ter o apoio do prefeito Álvaro Dias, do deputado Ezequiel Ferreira e de várias outras lideranças da política do Estado e da capital.

  • Carlos Alves: Pseudo Líder inventado por Garibaldi e Wilma

    A derrota de Carlos Alves para o Senado da República já era um acontecimento esperado por todos quanto conhecem o ex-prefeito de Natal, notadamente pela sua maneira arrogante e desatenciosa de fazer política. Carlos Alves é um fraco gestor e um pseudo líder inventado por Garibaldi Filho e Wilma de Faria. Garibaldi entregou a ele a secretaria de Justiça e Wilma, lhe fez prefeito de Natal para posteriormente serem traídos . Ambos arrependeram-se do equívoco que cometeram. De posições dúbias e inconfiáveis, Carlos Alves está colhendo os resultados da erva daninha que tem plantado durante a sua conturbada Vida Pública. Há pouco tempo foi derrotado para governador e agora não se elegeu senador. E que não venha botar a culpa em Rafael Motta, pois o culpado de mais uma derrota é ele mesmo. A soberba e a forma desagregadora como Carlos Alves se conduz na política têm sido os principais responsáveis pelas suas derrotas, mesmo com as pesquisas enganando o eleitorado o tempo todo como aconteceu agora. Só quem não enxergava a derrota iminente do filho de Agnelo era Fátima Bezerra, mantendo-lhe na chapa à revelia de muitos petistas. Comenta-se nos meios políticos que Carlos Alves quer porque quer um cargo público no governo, o que certamente está deixando a governadora constrangida e em dificuldades por compromissos que tem com aliados e correligionários importantes que foram eleitos e com justiça devem participar do governo. Carlos Alves deve melhorar muito para se manter na política com sucessos eleitorais no futuro. Do contrário, o seu nome certamente fará parte da galerias dos derrotados e esquecidos da política de Natal e do Rio Grande Norte.