O próximo governador que substituirá a petista Fátima Bezerra precisa ter coragem, determinação e vontade política para sair da mesmice e fazer as mudanças estruturais no governo do Estado para evitar o caos que se prenuncia no Rio Grande do Norte. A situação é tão grave, segundo o pré-candidato a deputado federal, Kelps Lima, do Republicanos, que as decisões devem ter continuidade nos governos subsequentes. Uma das principais e inadiáveis decisões será algumas privatizações de empresas que terão que ser feitas como é o caso por exemplo, do Centro de Convenções e da Caern, além de outras que são deficitárias e sugam dinheiro público impiedosamente. Um caso à parte é a UERN – Universidade Estadual do Rio Grande do Norte que consome dinheiro do Estado em profusão e ilegalmente, desrespeitando a própria Constituição. A UERN tem que ser de responsabilidade do governo federal por se tratar de uma instituição de ensino superior. Mas o governo petista desconhece isso e teima em continuar descumprindo a lei para agradar os “companheiros”. É preciso federalizar a UERN até como forma de garantir os empregos de professores e funcionários. Breve, o Estado não terá dinheiro para pagá-los. Essa, deveria ser uma luta deles próprios, pois a expectativa é incerta e ruim para todos. É agir enquanto existe tempo.
Natal avança na construção de um ambiente esportivo mais seguro, educativo e protegido para crianças e adolescentes. De autoria do vereador Aldo Clemente, foi sancionada a Lei nº 8.055/2026, que institui regras de conduta para torcedores e estabelece medidas efetivas de segurança em competições esportivas infantojuvenis não profissionais e em jogos escolares realizados no município.
A iniciativa reforça o protagonismo do mandato na defesa de políticas públicas estruturantes voltadas à infância e à juventude, consolidando o papel do poder público na promoção de ambientes esportivos mais organizados, respeitosos e livres de qualquer forma de violência.
A lei é resultado do diálogo com pais, educadores, atletas e profissionais do esporte, que há anos apontam a necessidade de normas mais claras para prevenir excessos, agressões verbais e comportamentos inadequados em competições envolvendo crianças e adolescentes.
A legislação abrange jogos escolares e competições não profissionais destinadas a atletas de até 17 anos, organizadas por escolas, escolinhas esportivas, entidades comunitárias, federações, clubes, associações e pelo próprio Poder Público. O objetivo é assegurar que o esporte cumpra plenamente sua função formadora, fortalecendo valores como respeito, disciplina, convivência social e espírito esportivo.
Entre os avanços trazidos pela lei está a definição objetiva do conceito de torcedor nesses eventos, o estabelecimento de deveres de conduta e a possibilidade de criação do Cadastro de Infratores de Eventos Desportivos (CIEDE), instrumento preventivo voltado à identificação e à redução da reincidência de comportamentos inadequados.
O cadastro possui prazo máximo de validade, pode ser compartilhado exclusivamente entre organizadores para fins preventivos e segue integralmente as diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), assegurando privacidade, segurança da informação e respeito aos direitos dos cidadãos.
Outro avanço importante é a obrigatoriedade da divulgação clara das regras e das consequências do descumprimento durante as competições, por meio de avisos sonoros, murais, panfletos ou banners, fortalecendo o caráter educativo e preventivo da legislação.
Para o vereador Aldo Clemente, a lei representa um compromisso direto com o presente e com o futuro da cidade.
“Cuidar do esporte infantojuvenil é cuidar das nossas crianças e dos nossos jovens. É garantir que eles possam competir, aprender e se desenvolver em ambientes seguros, com respeito e responsabilidade. Essa lei é sobre proteção, educação e cidadania.”
Com a Lei nº 8.055/2026, Natal consolida uma política pública que reconhece o esporte como instrumento de inclusão social, formação humana e construção de uma sociedade mais justa, segura e preparada para o futuro.
As evidências indicam que o ciclo petista no País está terminando, o que é bom para a democracia e para o Brasil, já que a rotatividade do poder é salutar e indutora das mudanças que precisam ser feitas na busca da renovação e do desenvolvimento. Tudo começa com a rejeição ao petista Luiz da Silva que não é mais o líder carismático de antigamente. Lula, descaracterizado e debilitado fisicamente, começa cair nas pesquisa em várias regiões do País,notadamente no Nordeste seu principal reduto de dominação espelhado nas esmolas que destribui com um simples objetivo: dominar uma população na sua maioria analfabeta e dependente. Usando um discurso atrasado e enganador, Lula caminha para o ostracismo e para o esquecimento e certamente sairá do Poder sem deixar saudades. O que ele e o seu PT deixam é um País destruído dentro e desmoralizado fora, onde pessoas passam fome e não têm acesso aos serviços básicos que qualquer governo de vergonha oferece à sua população. O País vive uma recessão com desempregados perambulando pelas ruas buscando trabalho e a comida que Lula prometeu botar no prato do trabalhador durante a campanha eleitoral. Lembrando o aumento da violência e as facções criminosas que amedrontam o povo brasileiro. Uma pequena amostra do legado que os governos petistas certamente deixarão para o Brasil e para os brasileiros.
A pré-candidatura do vereador Eriko Jácome a deputado estadual ganhou um reforço político significativo nesta semana. Netinho França, ao lado do pai Luizinho, ex-prefeito de Macaíba, e de um grupo formado por uma vereadora, mais de 18 suplentes de vereador, conselheiros tutelares e lideranças regionais, declarou apoio ao projeto político de Eriko para as eleições de 2026.
Nome conhecido no cenário político da Grande Natal, Netinho França já exerceu mandato como vereador e foi candidato a prefeito de Parnamirim nas últimas eleições, quando obteve mais de 14 mil votos. O apoio também reúne sua esposa, Luciana, atual vereadora eleita com mais de 1.400 votos, além de Luizinho, que construiu uma trajetória marcante como vereador mais votado e prefeito de Macaíba. O grupo conta ainda com 19 suplentes de vereador que, juntos, somaram mais de 5 mil votos no último pleito.
Segundo Netinho, a decisão de apoiar Eriko Jácome foi motivada pelo alinhamento de pautas e pelo acompanhamento do trabalho desenvolvido pelo vereador, com destaque para as áreas de saúde, educação e geração de emprego e renda. “Eriko tem mostrado um mandato de grande alcance, com ações concretas e uma visão ampla de desenvolvimento. É um trabalho que cresce e que pode chegar tanto a Macaíba quanto a Parnamirim, fortalecendo políticas públicas que impactam diretamente a vida das pessoas”, afirmou.
Para Eriko Jácome, o apoio representa um sinal de confiança construído a partir do diálogo e da convergência de projetos. “Recebo com muita responsabilidade o apoio de Netinho, de sua família e desse grupo tão representativo de Macaíba e da região. É uma confiança que honrarei com trabalho, compromisso e dedicação, sempre pensando na população que acredita nesse projeto”, declarou.
O Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (3), o Programa Gás do Povo, iniciativa do governo federal que cria uma nova política de acesso ao gás de cozinha para famílias de baixa renda em todo o país. A proposta, que já havia passado pela Câmara dos Deputados, segue agora para sanção presidencial e promete mudar a forma como o benefício é concedido à população mais vulnerável.
O programa substitui o modelo atual de auxílio financeiro pelo fornecimento direto do benefício, garantindo a recarga gratuita do botijão de gás de 13 quilos em revendas credenciadas. A medida tem como objetivo assegurar que o recurso seja efetivamente utilizado para a compra do gás de cozinha, item essencial no dia a dia das famílias, além de combater a chamada pobreza energética.
Poderão ser contempladas pelo Gás do Povo as famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) com renda familiar per capita de até meio salário mínimo. A expectativa do governo é atender, inicialmente, cerca de 15 milhões de famílias, com possibilidade de ampliação gradual do alcance do programa nos próximos anos. A quantidade de recargas gratuitas ao longo do ano poderá variar de acordo com o tamanho da família, respeitando critérios que ainda serão regulamentados pelo Poder Executivo.
Durante a tramitação no Senado Federal, parlamentares destacaram o impacto social da proposta, principalmente para famílias que hoje enfrentam dificuldades para arcar com o custo do gás e acabam recorrendo a alternativas inseguras, como o uso de lenha ou outros combustíveis improvisados. Além disso, o texto aprovado prevê ações complementares, como o incentivo a soluções energéticas mais sustentáveis em áreas rurais e comunidades de baixa renda.
Com a aprovação do programa, o auxílio em dinheiro atualmente existente deverá ser gradualmente descontinuado, dando lugar ao novo formato baseado na recarga direta do botijão. A iniciativa é vista pelo governo como um avanço na política social, ao garantir mais segurança, dignidade e previsibilidade no acesso a um insumo básico para milhões de brasileiros.