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Tradição da família Alves na política deve continuar com Walter e Felipe – PARTE 02
Dois nomes da política do Rio Grande do Norte mantém a tradição familiar dos Alves na Vida Pública: trata-se do vice-governador Walter Alves (filho de Garibaldi) e Felipe Alves (filho de Paulo Roberto). São políticos hábeis que certamente manterão o sobrenome Alves em evidência no cenário político estadual durante mais alguns anos, tendo o filho de Garibaldi como governador e o filho de Paulo Roberto Alves na condição de secretário Municipal de Serviços Urbanos e possivelmente voltará ao cargo de vereador após as eleições de 2026, visto que é o primeiro suplente do União Brasil, que vem com uma nominata forte para deputado. Walter e Felipe são dois políticos jovens com muito ainda a contribuir para o desenvolvimento do Estado.
Governador a partir de abril do próximo ano, Walter terá como missão substituir a governadora Fátima Bezerra que deixará o cargo
para disputar uma vaga no Senado, enquanto Felipe continuará ajudando o prefeito a administrar Natal .
Existe, inclusive, a possibilidade de Felipe Alves disputar uma vaga na Assembleia Legislativa com chances reais de vitória. O futuro político de Walter Alves particularmente sobre uma possível reeleição após assumir o governo está indefinido, entretanto, ele tem afirmado que não será candidato, preferindo trabalhar governando o Estado e fortalecendo o seu partido, o MDB, ao lado de outras lideranças a exemplo do deputado Ezequiel Ferreira com quem tem uma forte parceria política. Ezequiel, inclusive, deverá se filiar ao MDB e ser candidato à deputado estadual no próximo ano. Os dois unidos – Walter e Ezequiel – poderão ser decisivos em qualquer eleição no Rio Grande do Norte.
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Governo admite minoria na Câmara para pauta de segurança e avalia alterar meta fiscal
A nova sinalização do governo federal revela mais um capítulo da sua dificuldade em construir maioria na Câmara dos Deputados. Segundo matéria publicada por O Globo, o Planalto admitiu que não possui votos suficientes para avançar com a pauta da segurança pública, justamente o tema que vinha sendo apontado como prioridade política e social. Diante desse cenário, integrantes do governo passaram a avaliar a possibilidade de executar gastos fora da meta fiscal, num movimento que deixa claro o impasse entre a pressão política por resultados e o compromisso com a responsabilidade das contas públicas.
A discussão reacende um velho problema: a incapacidade do governo de articular uma base estável, recorrendo sempre a soluções improvisadas. Ao admitir minoria na Câmara, o Executivo assume um enfraquecimento que impacta diretamente sua agenda estratégica e abre espaço para que o Legislativo dite o ritmo das pautas mais sensíveis. A segurança pública, que deveria ser tratada com planejamento e continuidade, acaba entrando num jogo de força que pouco contribui para resolver problemas estruturais.
Mais preocupante ainda é a ideia de flexibilizar a meta fiscal para tentar viabilizar ações emergenciais. O argumento é de que a segurança exige respostas rápidas, mas empurrar despesas para fora das regras fiscais pode gerar mais instabilidade do que solução. O governo corre o risco de tentar resolver um problema criando outro: ampliar gastos sem clareza pode fragilizar a credibilidade do regime fiscal e reforçar a desconfiança do mercado num momento em que o país já enfrenta dificuldades para manter previsibilidade econômica.
Para estados e municípios, inclusive no Nordeste, a promessa de ações federais na área da segurança pode soar positiva. Mas quando esses recursos vêm ancorados em exceções fiscais e decisões apressadas, o efeito colateral é inevitável: prefeitos e governadores ficam reféns de repasses incertos e de prioridades que mudam ao sabor da crise política de Brasília.
No fundo, a matéria de O Globo revela algo maior. Não se trata apenas da pauta da segurança, mas de como o governo vem reagindo à falta de força política. Falta articulação, falta direção e falta uma estratégia clara que não dependa de improviso ou de acordos feitos às pressas. A segurança pública não pode ser tratada como moeda de troca, nem como justificativa para romper metas fiscais. O país precisa de firmeza e coerência, e não de decisões que podem comprometer ainda mais a confiança nas instituições e na política econômica.
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

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Intervenção emergencial no Baobá do Poeta mobiliza órgãos públicos no fim de semana
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb) realizou ampla operação de fiscalização urbanística e ambiental no fim de semana em Natal, dias 15 e 16 de novembro, que incluiu uma intervenção emergencial para conter o risco de queda do Baobá do Poeta, árvore centenária da cidade, além de reforçar o ordenamento em áreas de grande circulação, como a orla de Ponta Negra.
Na tarde do sábado (15), a Semurb foi acionada pela Defesa Civil após o tombamento parcial do Baobá do Poeta, situado na rua São José, no bairro de Lagoa Seca, Zona Leste de Natal, e reconhecido como um dos mais importantes símbolos ambientais e culturais da cidade. As ações mobilizaram equipes técnicas, a Guarda Municipal e o Corpo de Bombeiros.
Parte do tronco da árvore sofreu colapso estrutural, gerando risco direto à população, o que levou a Defesa Civil a interditar preventivamente quatro imóveis no entorno. Ao chegar ao local, fiscais da Semurb e técnicos do Setor de Mudanças Climáticas e Áreas Verdes (SMCA), em conjunto com o Corpo de Bombeiros Militar, realizaram uma avaliação e chegaram ao consenso de que a situação exigia uma intervenção imediata para evitar o risco de queda total da árvore.
Foi então iniciada uma poda de equilíbrio emergencial, procedimento técnico que visa reduzir o peso sobre o tronco comprometido. A ação incluiu a retirada de galhos mais pesados e a reorganização da copa, com o objetivo de minimizar riscos à integridade física de moradores, transeuntes e edificações próximas.
Os trabalhos, conduzidos pelo Corpo de Bombeiros com acompanhamento da Semurb, se estenderam até o domingo (16). Durante a semana, o SMCA dará continuidade à análise técnica detalhada, que definirá as próximas medidas para o manejo e possível recuperação da árvore histórica.
A Semurb ressalta que, por se tratar de propriedade privada, o responsável pelo terreno em que está o baobá já foi notificado a comparecer à sede da pasta para esclarecimentos e para tomar as providências cabíveis. O monitoramento permanecerá enquanto as análises técnicas do profissional contratado pelo proprietário do terreno prosseguirem.

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Novas leis de Ezequiel fortalecem gestão urbana e preservação da Lagoa de Jacumã
O Governo do Estado sancionou duas importantes leis de autoria do presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB). As novas normas, que promovem alterações significativas na gestão de espaços públicos e na proteção ambiental potiguar, foram sancionadas na última sexta-feira (14) e reforçam o papel do Parlamento Estadual na construção de um arcabouço legal que atende às demandas da população.
A primeira legislação sancionada, a Lei 12.525, de 14 de novembro de 2025, estabelece diretrizes claras para a alteração da denominação de ruas, vias, logradouros e demais bens públicos em todo o território norte-rio-grandense. Esta medida de grande importância visa aprimorar os procedimentos para tais modificações, garantindo maior clareza e organização na identificação dos espaços públicos, o que facilita significativamente a gestão municipal e o acesso da população a serviços e informações essenciais.
Complementando o conjunto de ações legislativas sancionadas, a Lei 12.526, também de 14 de novembro de 2025, confere o reconhecimento de Patrimônio Natural, Ambiental, Histórico, Turístico e Paisagístico do Estado do Rio Grande do Norte à Lagoa de Jacumã. Situada no município de Ceará-Mirim, a lagoa passa a ter seu valor intrínseco e sua relevância para o ecossistema e o turismo local oficialmente protegidos, garantindo a preservação de suas características únicas e o fomento de atividades sustentáveis na região. Este reconhecimento, fruto da iniciativa do Legislativo, sublinha o compromisso com a salvaguarda dos recursos naturais e culturais do estado.
A sanção governamental a estas importantes leis, de autoria do deputado Ezequiel Ferreira, demonstra o contínuo e eficaz trabalho do Legislativo Potiguar em legislar para o desenvolvimento e a proteção dos interesses do Rio Grande do Norte, abrangendo desde a organização urbana até a valorização de seus bens naturais e culturais.
