Autor: Joaquim Pinheiro

  • Estado falido não atende necessidades básicas da população

    O Estado Brasileiro está falido, e em razão disso, deixando de atender as necessidades básicas da população que paga impostos para isso. O que se vê são repartições públicas sucateadas e servidores desmotivados. É preciso que os governantes façam uma reestruturação profunda no aparelho estatal e nas suas atividades, modernizando a gestão pública e implantando a meritocracia. Mas, para que isso aconteça é preciso vontade política, coragem e despreendimento. Governantes, notadamente de esquerda, continuam equivocadamente defendendo um Estado grande e perdulário, fiéis a ideologias retrógradas e conceitos que já devia fazer parte do passado. O Estado grande e oneroso gasta com atividades que deveriam ser obrigação da iniciativa privada. Ao Estado, compete cuidar de segurança, saúde e educação. Basicamente. É por isso que aí estão brasileiros sem segurança, sem saúde e sem educação de qualidade. Até quando essa situação vai continuar? Brasileiros estão enfrentando violência nas ruas, mortes nas filas de hospitais e despreparo nas escolas públicas. Uma verdadeira catástrofe anunciada. O Estado, por mais promessas feitas por líderes populistas que se dizem salvadores da Pátria, não está cumprindo seu dever social e Constitucional e o resultado é uma população brasileira cada vez mais pobre. Isso, sem se falar na onda de corrupção vista recentemente no Brasil quando foi denunciado o maior escândalo de propinas verificado nas estatais brasileiras. Estatais que já deveriam ter sido privatizadas há muito tempo.

  • Bandidagem suplanta aparato policial

    A bandidagem no Brasil suplantou o aparato policial e se decisões emergenciais e contundentes não forem adotadas não se sabe o que poderá acontecer num futuro próximo. A polícia está perdendo a guerra para os traficantes que estão até ditando normas de conduta, desmoralizando o Estado e amedrontando à população. O Rio Grande do Norte, praticamente fechou as portas e o povo sem assistência não tem para quem apelar. Cadê as Forças Armadas que não entram em ação? Exército, Marinha e Aeronáutica são Forças Auxiliares e nesses momentos de desordem civil devem ser convocadas pelos governadores para garantir a normalidade, a ordem e a paz pública. A decisão compete à governadora Fátima Bezerra, que já deveria ter solicitado a presença das Forças Armadas nas ruas da capital e em várias outras cidades do interior do Estado. Do contrário, ela poderá cometer crime de negligência e omissão. Está provado que a vinda da Força Nacional não minimizou o problema, já que os atos de vandalismo continuam. Não tem outra alternativa: a população espera a presença urgente das Forças Armadas nas ruas.

  • Presença das Forças Armadas se faz necessária no momento

    O Brasil está doente e o Rio Grande do Norte na UTI com o Estado vivenciando uma verdadeira barbárie protagonizada por facções sanguinárias e cruéis. Ataques criminosos estão ocorrendo na capital e em várias outras cidades do interior deixando a população com medo e indefesa. A polícia está agindo dentro das suas limitações, agora com ajuda da Força Nacional. Por que não a presença das Forças Armadas nas ruas para impor respeito e auxiliar as demais forças na tarefa de estabelecer a normalidade no Estado? Chegou o momento de saírem dos quartéis. Esperar o quê? As consequências dos ataques terroristas são catastróficas para um Rio Grande do Norte pobre e dependente. Os prejuízos financeiros são vultosos. A expectativa da população é de que a situação seja controlada o mais rápido possível para que tudo volte à normalidade e as pessoas a circular, trabalhar e produzir. Para que isso aconteça, entretanto, é necessária a união de todos, principalmente das Forças Policiais e da própria população ajudando no processo de investigação e informação.

  • “Incerto e não sabido”

    O futuro do ex-prefeito de Natal, Carlos Alves, é “incerto e não sabido”, segundo o dito popular. Essa é a avaliação de observadores da política do Rio Grande do Norte diante das evidências. Primeiro foram as decisões equivocadas adotadas pelo filho de Agnelo Alves começando por abandonar à própria família para ficar ao lado da então prefeita Wilma de Faria e depois traí-la. Posteriormente vieram outros equívocos e erros estratégicos e de comportamento que culminaram com derrotas seguidas nas eleições para governador e ultimamente para senador quando aliou-se ao PT e foi derrotado pelo então candidato ao Senado Rogério Marinho. Carlos Alves cometeu erros que podem afastá-lo definitivamente da vida pública do Estado. Vejamos: 1 – afastou-se da família, a quem deve sua entrada na política, particularmente o primo Garibaldi Filho; 2 – incompatibilizou-se com muita gente quando foi prefeito, ficando quase só, exceção dos asseclas e puxa-saco que não mais o reverenciam; 3 – quando deixou o cargo brigou com o prefeito Álvaro Dias porque queria espaços generosos na administração municipal e ficar mandando na prefeitura e o prefeito não admitiu; 4 – abandonou correligionários e aliados e aderiu ao PT, que não queria ele como candidato do partido ao Senado; 5 – deixou de apoiar o candidato do seu partido – o PDT – Ciro Gomes para votar em Luiz da Silva acreditando que o petista elegia Fátima Bezerra governadora e ele senador. Só foi eleita Fátima porque parcela significativa da esquerda não votou nele, preferindo Rafael Motta, do PSB. A expectativa do ex-prefeito agora deve ser conseguir uma sinecura no Governo do Estado ou no federal, mas tudo indica que está sendo isolado por Fátima e Luiz da Silva que até agora não sinalizaram com uma ajuda pecuniária para o ex-prefeito Carlos Alves. Ele tem externado o desejo de ser candidato a prefeito de Natal, sem no entanto, ter o capital político que tinha antes quando estava ao lado da ex-prefeita Wilma de Faria nem tampouco a simpatia da esquerda e dos petistas. Comenta-se nos bastidores que passou o tempo do ex-prefeito, e que agora ele está sem mandato, sem prestígio e sem voto. Difícil.

  • Natália terá missão árdua em 2024

    A deputada Natália Bonavides deverá mesmo ser candidata à prefeita de Natal representando o petismo na disputa municipal de 2024. Ela será apoiada incondicionalmente pela governadora Fátima Bezerra, que é a maior liderança do Partido dos Trabalhadores no Rio Grande do Norte. Natália, que se reelegeu deputada Federal com mais de 100 mil votos, terá a árdua missão de enfrentar o poderio do prefeito Álvaro Dias, que certamente apoiará um nome forte e competitivo para prefeito da capital. Natalia, enfrentará também, os opositores do PT ao “centro“ e a “direita”, o que não será fácil. O candidato apoiado por Álvaro Dias poderá ser o deputado Paulinho Freire, do União Brasil, partido comandado no Estado pelo ex-senador José Agripino Maia. Portanto, a tarefa da deputada do PT é muito difícil. Segundo especialistas, a “esquerda” detém 30 por cento do eleitorado e para vencer uma eleição o candidato precisa conquistar votos do “centro”. A equação torna-se complicada em razão do perfil sectário da deputada Natália Bonavides, considerada “rainha” das invasões. No segmento da “direita” tem o deputado Paulinho Freire, que é um liberal, transita bem junto à todas as lideranças e é um bom articulador. Outra liderança da “direita” que poderá ser o nome para prefeito de Natal é o deputado General Girão Monteiro, do PL, que tem a vantagem de ser o principal representante do “bolsonarismo” no Estado, reelegeu-se deputado federal e realiza um bom trabalho na Câmara Federal. Além disso, o general-deputado tem atendido os pleitos feitos pelo prefeito de Natal viabilizado recursos para a atual administração municipal para obras importantes em andamento.
    O outro representante da “direita” e do “bolsonarismo” no Rio Grande do Norte é o deputado estadual, Coronel Azevedo, que também foi eficiente no primeiro mandato e está sendo, igualmente, no segundo. De acordo com projeções, qualquer candidato, tanto de “esquerda” quanto de “direita”, terá que buscar votos do “centro”, que conta com 40 por cento do eleitorado. Só assim, o candidato poderá ter chances reais de vitória nas eleições, daí a vantagem de uma candidatura de “direita”, que é identificada ideologicamente com o “centro” e tem mais poder de articulação.