Categoria: Geral

  • Assembleia Legislativa inicia 2026 com programa Em Ação em Porto do Mangue

    Assembleia Legislativa inicia 2026 com programa Em Ação em Porto do Mangue

    A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte realiza, nos dias 21 e 22 de janeiro de 2026, a primeira edição do ano do programa Em Ação, no município de Porto do Mangue. A iniciativa oferece uma ampla gama de serviços gratuitos à população, incluindo atendimentos médicos, exames, emissão de documentos, assistência social, serviços do INSS, Procon, Caern, atendimento jurídico, cursos profissionalizantes e atividades para crianças.

    Durante a abertura, o presidente da Casa, Ezequiel Ferreira de Souza , destacou o compromisso de devolver à população, em forma de serviços, os recursos públicos economizados pelo Legislativo. O prefeito Francisco Antônio Faustino (Dino) e o presidente da Câmara Municipal, Antônio Ailton Silva, elogiaram a parceria e ressaltaram o impacto positivo da ação para o município.

    Moradores já relataram benefícios diretos, como acesso facilitado a consultas, exames e regularização de documentos, sem necessidade de deslocamento para outras cidades. O programa, coordenado pela Diretoria de Políticas Complementares da Assembleia, reforça o objetivo de descentralizar serviços públicos e aproximar o Parlamento da população.

  • Reunião das Câmaras Temáticas discute impacto positivo do Mercado da Redinha e ações integradas

    Reunião das Câmaras Temáticas discute impacto positivo do Mercado da Redinha e ações integradas

    A Prefeitura do Natal realizou, na manhã desta quinta-feira (15), mais uma reunião das Câmaras Temáticas do Conselho de Governança do Município. O encontro aconteceu no Salão Nobre do Palácio Felipe Camarão e foi coordenado pela Secretaria Municipal de Concessões, Parcerias, Empreendedorismo e Inovação (Sepae). A pauta incluiu a avaliação dos impactos positivos da reabertura do Mercado da Redinha, além da discussão de estratégias integradas nas áreas de segurança pública, fomento ao turismo e estímulo ao empreendedorismo local.

    Durante a reunião, gestores e representantes de diversas secretarias municipais apresentaram o andamento das ações conjuntas desenvolvidas no entorno do equipamento público, que vêm contribuindo para o fortalecimento da economia local e para a ocupação organizada do espaço.

    O secretário municipal de Concessões, Parcerias, Empreendedorismo e Inovação, Arthur Dutra, avaliou de forma positiva os resultados já observados após a reabertura do mercado. “Temos acompanhado um aumento significativo no fluxo de moradores e turistas que voltaram a frequentar a região, especialmente no período noturno. Esse movimento indica que o Mercado da Redinha retomou seu papel como espaço de convivência, lazer e geração de renda”, afirmou.

    No encontro, também foram apresentados avanços nas medidas de segurança adotadas em função do crescimento da circulação de pessoas, com atenção especial às áreas de banho de mar. Além disso, foram debatidas ações estratégicas voltadas à prestação de serviços, à manutenção e às melhorias na infraestrutura, com foco na qualidade do atendimento, no conforto do público e na valorização do espaço urbano.

    Arthur Dutra destacou ainda que a atuação integrada das secretarias, em parceria com a Fecomércio RN, segue diretriz estabelecida pelo prefeito Paulinho Freire. “O trabalho conjunto atende à orientação de valorizar os comerciantes locais, estimular o turismo e fortalecer a economia da região. O Mercado da Redinha é um equipamento estratégico para a cidade, e as ações em curso buscam garantir seu funcionamento com segurança, organização e atratividade para a população e os visitantes”, concluiu.

  • Nova lei eleva Projeto ‘Seis e Meia’ a Patrimônio Cultural

    Nova lei eleva Projeto ‘Seis e Meia’ a Patrimônio Cultural

    O Poder Executivo do Rio Grande do Norte sancionou a Lei nº 12.634, de autoria do deputado Hermano Morais , que reconhece o Projeto Seis e Meia como Patrimônio Cultural, Artístico e Imaterial do Estado. Criado em 1995 por William Collier, o projeto nasceu com a missão de valorizar artistas potiguares, promover encontros entre nomes consagrados e novos talentos e democratizar o acesso à cultura, com ingressos a preços simbólicos.

    Com estreia no Teatro Alberto Maranhão, em Natal, o “Seis e Meia” rapidamente ganhou projeção nacional, expandindo-se para cidades como Mossoró, João Pessoa e Fortaleza. Ao longo de sua trajetória, com apoio da Fundação José Augusto, o projeto realizou mais de 2.200 shows, reuniu cerca de 800 músicos e revelou gerações de artistas, consolidando-se como um marco da música potiguar.

    Para Hermano Morais, o reconhecimento é um ato de justiça histórica. Segundo o parlamentar, o “Seis e Meia” representou um divisor de águas ao adotar um modelo democrático e acessível, fortalecer a economia criativa local e reafirmar a identidade cultural do Rio Grande do Norte, transformando-se em um patrimônio cultural vivo e perene do povo norte-rio-grandense.

  • Defesa Civil realiza vistoria preventiva no Mercado da Redinha nesta segunda (12)

    Defesa Civil realiza vistoria preventiva no Mercado da Redinha nesta segunda (12)

    A Secretaria Municipal de Segurança Pública e Defesa Social (Semdes), por meio da Defesa Civil do município, realizou na manhã desta segunda-feira (12) uma vistoria preventiva no Mercado da Redinha, especialmente no acesso utilizado pelo público à faixa de areia e ao mar.

    A ação levou em consideração a recente abertura do mercado e o consequente aumento da circulação de pessoas, sobretudo nos períodos vespertino e noturno. Durante a vistoria, a equipe técnica avaliou áreas onde há presença de pedras, identificadas como pontos de atenção por representarem riscos à integridade física e à vida, principalmente em situações de escorregões, quedas ou alterações nas condições da maré.

    De acordo com a secretária titular da Semdes, Samara Trigueiro, a iniciativa tem caráter preventivo e visa ampliar a segurança da população. “A vistoria foi realizada porque identificamos que as pessoas estão transitando por áreas com pedras, o que pode oferecer riscos à integridade física e até à vida, especialmente em caso de escorregões, quedas ou mudanças na maré. Nosso objetivo é antecipar situações de risco e garantir mais segurança para todos que frequentam o local”, afirmou.

    Na ocasião, a equipe da Defesa Civil realizou a avaliação técnica dos riscos existentes, sugerindo, quando necessário, interdições, sinalização, orientações preventivas e outras providências técnicas adequadas à preservação da segurança dos frequentadores.

    A Semdes reforça que ações preventivas como essa fazem parte do trabalho contínuo da Defesa Civil, voltado à redução de riscos, à proteção da população e ao fortalecimento da segurança em áreas de grande circulação no município.

  • Visita Sentimental

    Visita Sentimental

    Fiz uma visita sentimental acompanhado da minha irmã, Áurea Tavares. Estivemos na residência do primo Genival Tavares aqui em Natal. Ele se encontra enfermo mas lúcido e conversador como nos tempos de adolescente no sítio Canoas, município de Santa Cruz, onde nascemos e vivemos durante muito tempo andando de carro de boi e participando das novenas nas casas de tio João e tia Zefinha. Ela era uma figura interessante que nos botava no colo e agradava a criançada com biscoito e sequilho. Canoas era um reduto da família Tavares para onde íamos nos tempos de férias e das mudanças que meus pais – Sebastião e Ana – faziam do distrito “Cento e Três” para Canoas no lombo de burro dentro de casuá. O destino era a Casa Grande do meu avô Chico Tavares e madrinha Simha, especialista na fabricação de soda preta. Minha mãe Ana era uma excelente tiradora de leite de vaca e irmã mais velha que cuidava dos mais novos – João, Geraldina, Maria e Có, os dois últimos deficientes visuais.
    Nos tempos de festas juninas a casa ficava cheia de gente nos finais de semana para degustar pamonha, canjica e soda com café feitos por minha mãe, por Ridete e madrinha Sinhá. Um dos principais frequentadores de Canoas era João Tavares com as filhas, Neide, Nadir, Nilza e Nilda. De dia as crianças passeavam de carro de mão e à noite íamos para a casa das tias, Maria e Maria José. A bodega de tio Cazuza era parada obrigatória durante o dia para comprar brote, sequilho e pão.
    Lembro o estalar das alpargatas de rabicho de tio Marinheiro, um velhão alto, magro e carrancudo, pai de Genival , Joaquim, Maria, Nativa, Zé, Otacílio, Nazareno e os mudos, Cotia e Cazuza.
    Antonio de Mariana e Ridete foram pessoas importantes na vida dos Tavares. Antonio era o “carreiro” e Ridete, responsável pela arrumação da casa. Nessa época as chuvas eram abundantes e a mesa farta. Nos sábados os Tavares reuniam-se para ir à feira de Santa Cruz onde tinha uma casa para os Tavares se reunirem. No local funcionava o “enchimento” do patriarca e líder da família, Chico Tavares para venda de cachaça.
    Eu, menino, vinha para a feira no misto de Zé de Beija, um motorista ainda garoto que me deixava impressionado pela ousadia.
    Perto de Canoas tem o Sítio Salgado onde nasceu meu pai, Sebastião Pinheiro que “sentou praça” na Polícia Militar e nos criou com zelo, dedicação e dignidade. No Salgado morava Irineu Pinheiro, pai do desembargador Vivaldo Pinheiro, Jurandi, Gentil e Geni.
    No Salgado moravam também tio Miguel Tavares e tia Elvira, irmã do meu pai. Minhas incursões pelas serras da Borborema também me levaram a Monte das Gameleiras onde residia meu tio Luiz Pinheiro e agora moram os primos, Kerginaldo (ex-prefeito), Evaldo, Luizinho, Ronaldo, Edinha (ex-prefeita), Rosarinha, Tânia, Nenen, Verinha, Nau, Babá e Gutemberg.

    Ninguém esquece o lugar onde nasceu e Canoas permanece presente no meu pensamento e na minha memória.